Postagens

Mostrando postagens de julho, 2020

Boechat e o pinscher

Encontrei o Ricardo Boechat vendendo vinis no meio da rua. Ele estava segurando um pinscher e falou que era a melhor raça, que todos deveriam ter um. Eu tava mais feliz por ele estar vivo, então ele me contou que tinha cansado de ser jornalista e por isso resolveu sumir. Ele disse que eu deveria ter aulas de redação para escrever melhor e me entregou um cartão com o nome do Ian McKellen.  Logo em seguida, outras pessoas reconheceram o Boechat e as vendas de pinscher aumentaram rapidamente.  Cheguei ao apartamento do Ian McKellen, que era bem simples. Ele bem simpático, falou pra eu sentar numa cadeira da cozinha. Ele disse poderia melhorar muito meu trabalho, que eu precisava ler e escrever mais.  Saí de lá e fui até à casa do meu namorado que tinha vinte e poucos anos. Eu me sentia um pouco mal por namorar um moço mais jovem, mas não queria deixá-lo.  Estávamos pelados na sala, com o Chico e a Piper no braço do sofá, rolando uns amassos, quando os pais dele,...

Casamento da mãe

Fomos (eu, a Flavia e a Dé) para a casa da minha mãe participar do casamento dela. O pai chegou um tempo depois e foi arrumar o chuveiro. Sei lá por que, mas ele instalou várias torneiras uma sobreposta à outra, ficando uma sequência de umas quatro linhas. Não sabia direito como usar aquilo, então sentei no vaso sanitário preto e os panos de prato caíram todos na água (?). Eu e as meninas estávamos arrumando a decoração da cerimônia e o pai falou que estava na hora do jornal. Sentei com ele na sala e ele repetia exa-ta-men-te tudo que o William Bonner dizia. Eu falei: - Pai, você tá repetindo tudo que ele fala. Eu tô escutando também.  Aí ele olha pra minha mãe e diz: - Tá vendo como essa menina é grossa? 

Festa na Dona Rosa

Estava visitando a tia Rosa em São Paulo e ela ia fazer uma festa com a presença de uma dupla sertaneja. A casa onde ela estava morando não era a dela de verdade. Tinha uma sala grande toda envidraçada.   Fui me arrumar e o quarto onde eu estava tinha uma cama king size e um sofá-cama. Deixei minhas coisas na cama, mas a tia e minha prima insistiam que eu dormisse no sofá-cama. Dava pra ver que era desconfortável e eu desviei o assunto, dizendo que escolheria depois. Saí da casa para tomar banho em outro lugar (não lembro onde). Quando voltei, tinha uma aparelhagem gigante de som, ocupava quase a sala toda. Eu tinha certeza que os vidros iam explodir quando a dupla começasse a tocar. Quando estávamos todos prontos, começou uma tempestade e a sala ficou cheia de goteiras. Acordei aliviada que o show da dupla foi cancelado.  

Indiana Jones e a sala secreta

Fui a uma feira enorme de artesanato com o Luiz e o Lucas. Não faço ideia de que cidade era, mas a feira começava no alto de um morro. Tinha um teleférico que saía lá de cima e ia até um prédio histórico, passando por cima de uma rodovia. Em algum momento, me perdi dos meninos e resolvi entrar no teleférico. Sentei ao lado de uma desconhecida. As cadeirinhas não tinham barra ou cinto de segurança e eu só conseguia pensar que alguém ia cometer suicídio ali. A moça do carrinho da frente jogou um skate lá de cima, só pra acertar um dos carros que passava na rodovia. Quando cheguei lá embaixo, senti que eu estava drogada. Tentei ligar para o Luiz, mas eu não conseguia parar de rir. Mandei um áudio no WhatsApp e escutei pra ver se ele entenderia, mas só escutava minha risada. O Luiz me mandou um mapa pra avisar onde estavam, mas eu respondi que não conseguia sair, eu não conseguia nem organizar meus pensamentos por causa da droga. O prédio histórico era rosa e branco (bem parecido com...

China

Empregos escassos e a pandemia ainda crescente no Brasil me levaram a aceitar um emprego em Pequim. Eu ia receber em dólares e recebi as passagens aéreas antecipadamente.  De segunda à sexta eu ficaria na China e voltaria aos finais de semana para o Brasil. Fiquei meio preocupada de viajar tantas vezes com medo do coronavírus, mas não queria ficar direto lá.  Cheguei à Pequim e um colega do trabalho me levou para a casa dos funcionários brasileiros. Achei que o estava limpo e ele disse que muitas atividades industriais ainda não haviam retornado, por isso a poluição era menor.  Na casa, encontrei um colega de trabalho do Brasil. Fui cumprimentá-lo e perguntei se ele estava gostando. Ele ficou meio sem graça, dizendo que era ótimo estar na China, mas eu tinha certeza que ele estava tentando disfarçar algo ruim.  Em algum momento, os moradores da casa me avisaram que éramos privilegiados e que tínhamos banheiro. Se morássemos num apartamento, teríamos de...

Novo Airão

Voltei a morar em Novo Airão. A cidade, agora, tinha acesso direto ao Oceano Atlântico. Uma avenida separava o Rio Negro e o mar. No meu novo trabalho, eu tinha de ficar como "tutora" de um novo funcionário. Eu tinha de buscá-lo na casa dele e carregá-lo na garupa da minha bicicleta, era responsável por tudo que o rapaz fazia.   Um dia, passei na casa dele logo cedo e ele estava atrasado. Comecei a ficar irritada, porque ele sabia que pontualidade era muito importante pra mim. Quando ele finalmente saiu no portão, estava de camiseta, shorts e havaianas. Ele era bem gordo e a barriga saía por baixo da camiseta.   Pedalei por toda a avenida até chegar ao hotel, enquanto o rapaz fazia gracinhas com quem passava por nós. Eu estava cansada e descabelada, mas ele disse que eu devia carregá-lo pela escada. Não lembro direito o que aconteceu, mas levei uma bronca do meu chefe pelo atraso. 

R$ 802,62

Saí de férias e fui para um resort numa ilha paradisíaca (eu sou rycah!!!). Estava com alguns amigos, mas não lembro quem eram. Eu tinha uma semana para ficar no hotel e curtir as praias, mas toda hora recebia mensagens e telefonemas de colegas do trabalho, pedindo ajuda com coisas que não conseguiam resolver. Sei lá o porquê, mas eu estava gastando muito na viagem, com restaurantes caros, biquínis novos, bebidas finas e mais comida. Toda hora eu olhava o saldo da conta, mas não ligava muito. Até que recebi um alerta no celular: minha conta estava com um saldo de R$ 802,62.  Fiquei meio apavorada porque ainda tinha vários dias de viagem e não poderia gastar com tudo que eu queria. Não tive coragem de contar aos meus amigos que ia ficar sem dinheiro e nem sabia como ia voltar pra casa e pagar as contas. 

Múltiplos V

Sonho I - a festa das noivas A Carla me convidou para uma festa de aniversário de uma das alunas dela, onde todas as mulheres deveriam usar vestidos de noiva como traje e o único requisito seria não levar presente. Fui a primeira a chegar ao local da festa, um galpão aberto, cheio de janelas. Logo na entrada, tinha uma mesa cheia de presentes. Falei com a mãe da criança, me sentindo envergonhada por não levar presente e a mãe da criança disse que havia um mal entendido, porque ela pediu que todos levassem presentes para a filha. Liguei para a Carla e ela gargalhou, dizendo que era impossível eu ter acreditado nela.  Saí da festa do meio de uma tempestade, com dó do meu vestido de noiva que era tão lindo, com o busto e mangas compridas de renda.  Sonho II - falsidade Um rapaz começou a trabalhar no hotel e eu fiquei um pouco receosa com ele. Chegava atrasado, quase não falava, fumava demais e sempre sumia no meio das atividades. O gerente, que também não era de c...

O restaurante.

Eu trabalhava num restaurante, não lembro a função. Não sei se o final da pandemia já tinha chegado, mas a vida ainda não estava "normal". O restaurante era uma casa grande, de madeira, mas era mal iluminado, com lustres antigos. O salão estava todo empoeirado, com as mesas bagunçadas e tudo desarrumado. Estava organizando algumas coisas e chegou um ônibus de adolescentes americanos. Meu chefe falou que era um grupo que já estava agendado e teríamos de atendê-los. Fiquei pensando como faríamos isso com aquela bagunça toda.  Fui recebê-los e, quando me virei, o buffet estava repleto de comida, um verdadeiro banquete. Tudo continuava sujo, mas eles não se importaram.  Uma das crianças me pediu água. Tinha um galão de vinte litros numa bancada e apontei pra ele, dizendo que ele poderia se servir. Ele disse que eu estava ali pra isso e não pegaria sozinho. Peguei um medidor plástico que estava cortado pela metade e enchi. O menino reclamou que a água não estava ge...

Intuição

Anos 50. Estava numa consulta e a médica disse que algo ruim ia acontecer, que era para eu seguir minha intuição e prestar atenção aos sinais.  Depois, eu tava com um vestido lindo, daqueles bem rodados, e ia sair com um moço de óculos. Chegando à bilheteria do cinema, vi cinco homens mal encarados, bem estranhos. Lembrei do conselho da médica e senti que algo estava errado. O cinema era um auditório antigo, com poltronas de couro. Logo que sentamos, tive uma visão que os homens estavam ali para matar todo mundo e senti que ia morrer também. Expliquei pro moço que estava comigo e pedi para irmos embora. Ele ficou assustado e saímos do cinema. Falei com a moça da bilheteria sobre minha suspeita, mas ela não me deu bola. O moço perguntou se ela poderia devolver o dinheiro, mas ela se negou.  Acordei sem saber o que aconteceu.

My precious

Fui a uma feira de artesanato e comidas típicas com as tias Eneida, Elzira e Erminia. Passeamos bastante e trocamos receitas de bolos. Numa das barracas, um senhor vendia antiguidades e me ofereceu uma aliança de ouro por R$ 10,00. Ela estava  meio suja e envelhecida, mas o vendedor disse que um polimento deixaria nova. Comprei a aliança. Me despedi das tias e fui embora. Cheguei em casa e meu irmão estava sem camisa na cozinha, preparando sanduíches de mortadela para a festa de noivado dele (?). A geladeira estava abarrotada de mortadela... só mortadela! Mostrei pra ele a aliança e ele quis pegar de mim, disse que seria perfeita para a noiva dele. Recusei e ele insistiu, chegando a ser agressivo. Achei bem estranho e saí da cozinha. Estava me arrumando para a festa e ele voltou no assunto da aliança, dizendo que estava devendo para um traficante e não tinha dinheiro. Veio para cima de mim e eu saí correndo pela casa, com ele me perseguindo. Acordei sem saber o que acon...

Zé Ramalho

Ganhei um ingresso para um show do Zé Ramalho. Cheguei ao local do espetáculo e era um casarão antigo, de dois andares, feito de madeira. O salão principal ficava no segundo andar e o "palco" era um banquinho com o microfone no canto esquerdo. Logo que o Zé Ramalho começou a cantar, percebi que o lugar, na verdade, era um terreiro de um umbanda. Apareceram mulheres de saias e o Zé estava incorporando outros cantores, já falecidos. Fiquei um pouco desconfortável, mas não ia perder o show, até que começaram umas risadas estranhas e todas as portas batiam sozinhas. Achei melhor ir embora e o Zé Ramalho olhou direto pra mim... parecia que os olhos dele estavam pegando fogo. Acordei meio assustada e cobri meu pé (porque não importa quão frio esteja, eu sempre durmo com o pé pra fora do cobertor).

Zacarias

Fragmento de um sonho bizarro Eu trabalhava numa companhia de cruzeiros marítimos e todos os funcionários (homens) usavam perucas dos mais variados estilos: Chitãozinho, mullets, moicano, etc.  O navio estava pra partir e estávamos servindo as mesas do restaurante, quando meu gerente aparece igual ao Zacarias. Escolheu uma bela peruca. Acordei logo em seguida.

Yakult

Estava no meio do apocalipse zumbi, trancada numa casa de madeira com outras pessoas, que não lembro quem eram.  Os zumbis tentavam entrar, mas conseguíamos manter a porta fechada. Fiquei pensando na escassez de comida (a gorda) e como íamos sobreviver. Num certo momento, resolvi tomar um yakult. Quando abri, ele estava pastoso e cheio de larvas pretas e brancas.  Sabe-se lá como, apareci num hotel antigo, que tinha um chafariz bem no meio do lobby. Os donos do hotel pediram pra falar comigo.  Fiquei com medo deles, a dona parecia uma bruxa. Eles perguntaram se eu era filha do Eduardo e eu disse que sim, aí a velha disse que lembrava muito do meu pai... E eu acordei.

Whitney Houston

Eu e a Dé íamos gravar um episódio de podcast com uns caras que ela era muito fã. Estávamos num casarão antigo, cheio de quartos e salas, que ficava no meio de um sítio no campo. A Caro estava limpando o banheiro porque eu tinha prometido passar as roupas dela. Fiquei com vontade de fazer cocô e sentei na privada com ela lá mesmo. O vaso era preto, bem bonito, mas ficou muito cheio quando terminei. Tive que dar umas quatro descargas pra descer tudo e aí o vaso mudou pra bege. Quando saí do banheiro, fui encontrar a Dé e os caras. Eles tinham bolhas que sobrevoavam suas cabeças. Pareciam bolhas de sabão, mas eram pretas metalizadas (parecia mercúrio mais escuro). Quando as bolhas saíam de perto deles e vinham pra cabeça da Dé, ficavam quase transparentes. De alguma forma, eu entendi que elas mediam a maldade das pessoas e o preto não era bom sinal. A Dé começou a ficar um pouco incomodada com os caras, deu uma desculpa e fomos embora. O detalhe é que eu cantava, em ...

Vigilante

Eu estava trabalhando no meio de uma floresta de sequoias, que era bem longe da civilização. O governo tinha modificado as leis sobre a propriedade privada e ninguém era mais dono de nada. Se alguém quisesse entrar no seu quintal ou pegar uma parte da sua casa, você não poderia fazer nada a respeito. O caos estava estabelecido. Minhas irmãs e duas amigas vieram me visitar (sei que elas tinham vindo de carro lá do Paraná) e fomos numa balada. Na hora de entrar, a recepcionista cobrou R$5,00 delas e queria que eu pagasse R$ 50,00. Não aceitei e resolvi esperar lá fora. Eu estava com um vestido super decotado e ficava mexendo com todos os barbudos que passavam na rua, mas ninguém me dava bola. Quando elas finalmente voltaram, estavam todas bêbadas... e teríamos que voltar a pé pra casa. No meio do caminho de volta, na floresta, senti que uns caras estavam me seguindo e as meninas tinham sumido. Comecei a correr, tropecei em alguma coisa e dei um salto muito alto. Pra não cair, n...

Vampiras

Meu amigo Lucas precisava de alguém para trabalhar no lugar dele, para que ele pudesse folgar dois dias. O hotel onde ele precisava que eu trabalhasse era super macabro... e tinha só duas funcionárias: uma velha com cabelo desgrenhado e uma grávida com uma barriga beem redonda (de uns 5 meses). Detalhe: as duas trabalhavam peladas. Enfim, os dois dias que trabalhei foram bem ruins e alguns hóspedes sumiram nesse meio tempo. A Debora e a Flavia foram me buscar no hotel e, quando já estávamos na estrada pra ir embora, percebemos que a velha do cabelo desgrenhado e a grávida eram vampiras e estavam voando atrás do carro... aí eu percebi que o Lucas tinha ficado pra trás e eu precisava voltar para salvá-lo. Quando cheguei de volta ao hotel, o Lucas se transformou num outro colega de trabalho e, quando corríamos num gramado pra fugir e as vampiras vinham atrás de nós, ele escorregou num monte de merda. Eu tentava ajudá-lo, mas ele tinha merda até na boca. É óbvio que o sonho termi...

Maias x Incas

O mundo estava vivendo uma espécie de "feitiço do tempo", onde voltávamos ao ponto inicial a cada semana. Aconteciam terremotos, maremotos, furacões e outras catástrofes em todos os países.   Ninguém sabia o que estava causando esse loopinp de eventos, mas por algum motivo sabíamos que o apocalipse estava chegando. Não lembro direito, mas alguém sugeriu que esse círculo infinito estava acontecendo por uma divergência entre os calendários Maias e Incas. Uma das ações seria casar uma pessoa de cada civilização para acabar com possíveis desavenças entre os povos e resolver o problema.  Acordei sem saber se saímos. 

Urso azul

Trabalhava num hotel que parecia uma casa grande do período colonial (moveis de madeira, quartos muito grandes). A lembrança oferecida pelo hotel para seus hóspedes adultos era um ursinho, feito de bolinhas (não era feito igual aqueles de miçanga, pareciam bolinhas de sagu, mas uma espécie de plástico mole). Os ursinhos eram super fofos, de várias cores, mas a principal era azul. Os ursinhos faziam tanto sucesso que eram até exportados para outros países. Não lembro quem, mas alguém comeu um dos ursinhos e aí descobrimos que ele era feito de droga. Arrumei minhas coisas numa mala e pedi demissão. Fui pra casa sem dizer uma palavra sobre o urso. Fiz um dossiê sobre a empresa, porque entendi que o dono ficou rico produzindo os ursinhos. A hospedagem era só uma fachada para a lavagem de dinheiro e venda de drogas. Conversei com vários jornalistas, mas ninguém queria publicar a história. Liguei na polícia e fiz a denúncia. O delegado disse que logo iria na minha casa pegar meu...

Trinity

Eu estava gerenciando uma pousada simples, no meio do mato (oooo hotelaria). Os chalés eram bem bonitinhos, mas rústicos. Animais de estimação eram bem vindos com seus donos. Num certo momento, alguns animais apareceram mortos, bem no meio da pousada. Todos eles foram torturados (ossos expostos, muito sangue, etc) e dava pra ver que sofreram muito. Comecei a investigar as mortes, que começaram depois que uma família chegou. O pai era o Trinity (da 4ª temporada do Dexter) e logo desconfiei dele, mas eu sabia que ele tinha morrido na série. Como ele podia estar vivo? Comecei a seguir o velho quando ele saía para caminhadas ou durante o jantar, mas não encontrava provas de que ele era o assassino. Enquanto eu investigava o Tritiniy, me aproximei e me apaixonei pelo filho. E aí eu acordei sem saber se ele era mesmo o assassino...

Três nenês

Eu, a Flavia e minha mãe encontramos três nenês iguais abandonados na rua, só de fralda. Pegamos os três e levamos para um posto de saúde, para verificar se eles estavam bem e decidir o que faríamos em seguida. A Flavia já se considerava mãe de um deles. Chegamos ao posto e a moça disse que ali só poderia atender quem não tivesse dinheiro, que era pra ir num médico particular (e eu tinha certeza que não conseguiríamos pagar). Sei lá por que, mas tínhamos deixado os nenês no chão... quando fomos pegá-los, os três estavam cagados, com merda até na cara. Fiquei com nojo, mas peguei um deles do chão. Acordei sem saber se fomos ao médico.

A fatia do Sol

Flash de um sonho bizarro: Uma amiga estava doente, em estado terminal. Ela sempre foi apaixonada pelo Sol e queria muito fazer uma viagem até lá. Então, amigos cientistas conseguiram uma "fatia" do Sol, através de uma sonda que foi explorar a estrela. Dividiram a fatia em várias lâminas de microscópio, nesse caso um "macroscópio gigantesco", para que essa amiga pudesse observar cada camada de elementos. A sala enorme onde a fatia ficava estava sempre refrigerada e outras pessoas podiam visitá-la (a fatia).

Três mil reais

Eu trabalhava num escritório e a sala da minha chefe era rodeada de aquários (que mais pareciam mini-florestas), cheios de aranhas de todos os tipos. Pequenas, grandes, gigantes, pernudas, peludas, com presas enormes. Cada vez que eu tinha de pegar um documento, achava que um dos vidros ia quebrar e uma delas me picar. Minha chefe pediu pra eu ir até a lavanderia colocar meu uniforme, afinal eu estava com uma regata de alcinha e calça de pijama. No caminho, achei uma bolsa preta cheia de bolinhos de dinheiro. Tinha pelo menos R$ 3.000,00, em notas de 10. Peguei um dos bolinhos e coloquei dentro da blusa e aí percebi que eu estava sem sutiã, então não conseguia encaixar o dinheiro em nenhum lugar. Quando tava quase chegando na lavanderia, encontrei uma menina com síndrome de down e ela repetia sem parar: "eles me pagam em notas de cinco reais, eles me pagam em notas de cinco reais." Fiquei com peso na consciência, mas não tinha certeza se o dinheiro era dela. Não quis ...

Tigre

Eu estava na cozinha de uma casa que morávamos em São Paulo, com minha mãe e uma tia. Minhas tatuagens eram diferentes (uma delas era um polvo enorme no peito) e eu era negra.  Minha mãe ficou falando que eu tava muito relaxada e mandou eu subir minha saia pra ver se minha depilação estava em dia (?). Depois, eu estava no Hotel das Cataratas em Foz, com o Chico. Uma parte do hotel parecia um labirinto, cheio de salões, quartos e corredores. Às vezes eu achava uma saída, mas logo ela mudava de lugar. De repente, apareceu um tigre enorme. Peguei o Chico no colo e comecei a correr pelo labirinto. Quando finalmente achei a saída, tinha uma onça pintada do lado de fora na mata. Pra minha sorte, o Chico ficou bem pequenininho e eu consegui colocar ele numa caixa de sapatos. Coloquei ração pra ele não sentir fome. Apareceu um policial e eu pedi ajuda, mas ele tava com mais medo que eu. Fiquei entrando e saindo do labirinto, até que acordei assustada quando o tigre chego...