Postagens

Mostrando postagens de maio, 2020

O porco

Não lembro exatamente qual era o evento, mas ganhei um porco enorme, bem gordo. E ele tava bem sujo (me deu uma má impressão). Quando cheguei em casa com o porcão, que andava sobre duas patas, vi que o vizinho ficou de olho no meu prêmio. Um belo dia, meu porco sumiu e eu desconfiei do vizinho, claro. Fui até a mercearia dele e encontrei o porco sujo, usando um vestido rosa e uma peruca loira (como se eu não fosse descobrir que era um disfarce). Briguei com o vizinho e ele disse que eu estava enganada, que não sabia de nada. Consegui levar o porco pra casa, mas ele logo sumiu de novo. Voltei novamente à mercearia e lá estava o porco, usando uma camisa de futebol, com a pança pra fora e uma bermuda azul. Briguei de novo com ele, porque sabia que ele ia matar o bicho. Não gostava do porco, mas não queria que ele morresse. E aí eu acordei.

O metaleiro

Fui prestar serviço à Itaipu, num parque bem bonito, com um gramado verdinho. Um cara magrelo, de cabelo comprido e parecendo metaleiro, pediu para ajudá-lo a levar umas coisas para um dos galpões e eu fui. No caminho, ele me prendeu e me levou para um casebre escondido na mata. Quando chegamos, a mãe dele estava esperando a gente. Aí ela disse: - Finalmente você vai casar, meu filho. Eles me amarraram e me deixaram num canto. Era um quartinho sujo, com um banheiro bem pequeno. Durante o tempo que eu estava lá, escrevi um livro sobre meus sonhos (como eu escrevi com as mãos atadas eu não sei).  Um dia, o magrelo veio trocar a corda que prendia minhas mãos e usou um prendedor de cabelo. Eu fingi que estava bem preso e que não conseguiria me soltar. Num momento de descuido dele e da mãe, saí correndo pelo gramado. A casa deles era numa ladeira  e eles me encontrariam rápido se eu subisse, então corri para o outro lado. Acabei encontrando uma sala de ...

Labirinto

Uma amiga conheceu o cara perfeito. Rico, bonito, interessante e super interessado nela. Dava presentes, fazia surpresas, etc. Logo ela foi pedida em casamento e aceitou. Eles iam morar numa casa gigantesca, com bosque enorme no quintal e piscina, mas a casa ficava em outra cidade, bem afastada. Ela me pediu para ir morar com eles, pelo menos no começo, porque não queria se sentir sozinha. Eu aceitei. Logo que me mudei, algumas coisas estranhas aconteceram. O bosque foi todo dividido em partes e todas elas separadas por alambrados e paredes de vidro, parecia um labirinto. O moço perfeito passou a restringir as saídas da minha amiga, com horário certo para sair e voltar, e sempre acompanhada por um motorista. Todos os cômodos passaram a ter portas de vidro, porque ele precisava ver o que acontecia. Fui tomar banho e fiquei bem desconfortável com a porta de vidro, não queria que me vissem pelada. Antes de tirar a roupa, percebi que a torneira tinha sumido e uma água preta saía p...

O arpão

Não sei direito como fui parar na casa de um cara com mais algumas pessoas. No total, éramos três casais. A casa do cara era um sobrado, com um muro bem alto e bem fechado, com chapas de metal em vez de grades no portão. O quintal era sujo, cheio de peças de carro e outras coisas de ferro espalhadas pelo chão. A casa era bem grande, sem muitas divisões, com corredores compridos, mas também com muita tranqueira espalhada pelo chão. Tinha um sofá velho na sala. Em algum momento (não sei bem o porquê), o dono da casa começou a surtar, dizendo que tinha reunido todo mundo ali para um massacre. Meu coração acelerou e eu saí correndo pra me esconder. Consegui escalar uma parte da sala que dava para o andar de cima da casa e fiquei pensando num jeito de sair dali, já que ele tinha trancado todas as portas. Uma parte do sobrado era um mezanino e tinha uma janela que dava para o quintal. Ele deixou duas meninas amarradas na sala enquanto ia atrás dos caras. Achei duas chaves daquel...

Neymar Júnior

Eu estava grávida do Neymar Jr. e e ele queria casar.  Eu ficava pensando que não queria ficar com ele, nas festas "ostentação" e os amigos babacas.  Em uma das festas, acabou a luz, eu resolvi sair de fininho e fugi. Na fuga, encontrei uma amiga, a Cíntia, que me deu uma carona mas, no meio do caminho, encontramos uns bandidos que ficavam atirando no carro (nenhuma bala nos acertou). Numa curva, acabei caindo pra fora do carro e a Cintia disse que voltava depois pra me buscar, porque ia chamar a polícia.   Acabei entrando numa loja de coisinhas de elefante, mas não tinha dinheiro pra comprar nada (devia ter pegado do Neymar). Tentava ligar para a Cintia, mas não conseguia enxergar o número no celular.  Aí meu telefone tocou e era a Amy Winehouse me chamando pra levantar.

Múltiplos IV

1 Eu namorava um policial (alto, barbudo e grande). Estava bem divertido, mas ele era meio marrento e comecei a desconfiar que ele estivesse fazendo algo errado. Um dia, ele chegou para me buscar em casa e tinha uma pilha de dinheiro no banco de trás. Ele disse que eram dólares apreendidos e que logo devolveria para a polícia. Aí ele disse que tinha "guardado" outras coisas, como uma moto e jóias. Eu sabia que aquilo era muito errado, mas pensei em pegar uma parte do dinheiro sem ele perceber, porque estava precisando muito. Quando eu ia pegar um bolinho das notas, a Flavia apareceu no quintal e veio em direção ao carro. Eu coloquei um lençol e um travesseiro em cima da pilha pra esconder. Ela estava muito brava com alguma coisa, mas não lembro o resto. 2 Um amigo morava na frente de um parque de diversões. A casa dele ficava em um nível mais baixo da rua e o brinquedo Splash (aquele que espalha água pra todo lado) molhava tudo o tempo inteiro (sei lá como, ma...

O motel

Tinha acabado de chegar num motel com um moço que eu estava ficando. Branquelo de cabelo castanho, ele era super tímido, usava óculos. O quarto era enorme, com duas salas bem grandes, varanda, banheira de hidromassagem, ducha, etc. Tinha duas portas que eu não abri e não sei para onde davam. Estávamos nos pegando no sofá e, quando eu percebi, o quarto estava cheio de gente. Fui reclamar com um deles, uma velha com cara de esnobe. Ela disse que era a dona do motel e ela e a família dela podiam ficar onde quisessem o tempo todo. Reclamei que estávamos pagando pelo quarto e eu exigia privacidade, que o quarto era meu durante esse período. A velha ficou brava e continuou xingando, dizendo que era a dona. As coisas da dona e da família estavam todas organizadas e dobradas no chão, como se fossem arrumar as malas. Peguei as coisas e atirei para o outro lado do quarto. A velha me olhou perplexa e resolveu sair do quarto, levando a família dela. No meio das coisas, tinha um par de patins...

Caixa

O hotel onde eu trabalhava resolveu hospedar um nazista exilado da Alemanha. Todos os dias apareciam manifestantes protestando contra os donos do hotel, mas eles não estavam muito preocupados porque estavam recebendo muito por isso.  Nós, funcionários, começamos a ser ameaçados de morte.  Fui trabalhar no Muffato como caixa pra complementar minha renda, e ganhava R$ 4,20 por dia.  Os donos estavam gostando do meu trabalho porque consegui diminuir os furos de caixa.  Um dia cheguei pra trabalhar e meu armário estava arrombado. Fui reclamar para o gerente e ele disse que meu colega abriu pra pegar minhas moedas, porque precisavam de troco. Falei que não continuaria a trabalhar ali, mas minha chefe falou que tinha grandes planos pra mim... e eu acreditei.

Múltiplos III

Sonho 1 - Saí com um cara e fomos a um bar. Notei que ele às vezes se coçava de um jeito estranho e colocava a língua pra fora. Quando saímos do bar, ele se transformou num cachorro preto, com pêlo bem lustroso, mas tive de levá-lo na coleira pra ninguém desconfiar.  Ainda tive que ajudar um cara a pegar o boxer dele que fugiu.  Sonho 2 - Uma funcionária do hotel estava namorando o gerente geral. Ela vivia viajando para os Estados Unidos e Europa, para comprar roupas.  Um dia, ficou posando para fotos na piscina, com vários biquínis diferentes, mas super bregas... e o gerente todo orgulhoso da namorada.  Eu tava passando pra ir trabalhar e acabei caindo na piscina, que mais parecia uma fenda abissal... fui afundando, afundando e tava entrando em desespero, quando lembrei que eu deveria respirar profundamente e boiar. Funcionou.  Sonho 3 - Todos usavam naves para se locomover e eu não tinha carro nem nave. Comecei a namorar um policial que queria ...

A viking

Eu trabalhava numa empresa que ficava no alto de uma ladeira, num bosque cheio de pinheiros e araucárias. Sei lá o porquê, mas eu estava comendo descontroladamente tudo que aparecia. TUDO. Meu corpo continuava igual, mas eu era considerada super obesa. Meu chefe pediu para eu fazer uns exames médicos e parar de comer, mas eu não conseguia. Aí uma moça do trabalho usando uma peruca de lã loira e um chapéu de viking (de metal com chifres) veio me entregar as guias médicas e disse que era melhor eu seguir o que eles pediam.

Múltiplos II

1 - Os passadores de cigarro Construíram um muro entre Brasil e Paraguai, em Foz do Iguaçu. O muro era bem fininho e alto, feito só com uma linha de tijolos. Todos os dias, muambeiros escalavam o muro para jogar pacotes de cigarro de um lado para o outro. O muro ficava abarrotado de gente, mas não caía. Conhecemos dois irmãos com traços indígenas que faziam esse serviço e reclamaram que estavam se arriscando demais pra isso. 2 - O escorregador inflável Eu, a Dé, a Flavia e o Leon, fomos num parque infantil bem pequeno, com pouquíssimas atrações. Uma delas era um escorregador inflável. Quando chegamos mais perto, o escorregador mais parecia uma fileira de uma arquibancada e no final tinha uma tela de cinema. O rapaz que controlava o escorregador disse que só poderíamos entrar lá depois das 22:00, que era a hora que as crianças iam embora. Sentamos no escorregador e tinha muito lixo em volta dos bancos. O cara disse que tínhamos de recolher tudo antes de sair. No final...

Múltiplos I

Às vezes, na falta de um, eu tenho vários sonhos bizarros na mesma noite: 1- O assalto Eu, minhas irmãs e um amigo, o Luiz Henrique, nos encontramos para ir num evento de beleza. Ele organizou todas as coisas no porta-malas do carro, mas ficava tirando e colocando coisas. Chegaram dois bandidos e pediram as coisas do porta-malas e a carteira do Luiz. Ele mostrou que a carteira estava vazia e os bandidos ficaram muito putos. Vimos um carro da polícia numa lanchonete próxima e pedimos ajuda. Os policiais chegaram e disseram que as armas eram de brinquedo, que era um mal entendido. 2 - A pensão Fui morar numa pensão cheia de gente. Era um sobrado bem antigo, com quartos grandes e um monte de banheiro. Passei por vários quartos pra colocar minhas coisas, mas todos estavam ocupados. Todos eram bem brancos e limpos. Me organizei pra tomar banho, entrei no primeiro banheiro e tinha um cara igual ao Flea do Red Hot Chili Peppers dormindo na banheira. Fui para o próximo e e...

Maria Teresa

Fui visitar minhas tias, irmãs do meu pai, em São Paulo. Meu vô tinha uma nova esposa, chamada Maria Teresa, mas minha vó continuava morando na casa. Um dia fomos olhar os álbuns de fotos da família e tivemos uma revelação bombástica: Maria Teresa era mãe da tia Zira e da tia Noca. A vó Guinha era mãe do meu pai e da tia Eneida. Descobrimos que o vô casou com a vó Guinha e teve meu pai e a tia Neida. Quando a vó começou a ficar doente, o vô resolveu trocar de esposa e ficou com a Maria Teresa, mas todo mundo morando junto. Então meu pai era só meio-irmão das minhas tias! Fiquei perplexa com toda aquela história e resolvi levar o Chico pra fazer uns exames. O laboratório mais parecia um labirinto, nos perdemos. Achei um elevador e queria sair de lá o quanto antes. Quando a porta abriu, tinha um homem com um bebê no colo. Ele não gostou de eu entrar com um cachorro, mas ignorei o cara, peguei o Chico no colo e entrei. O Chico se transformou num menino, e estava usan...

Mansão do Terror

Eu estava num parque de diversões e tinha uma mansão do terror. Logo que eu entrei, um punk de jaqueta de couro veio tirar sarro perguntando quem tinha cortado minha franja. Respondi que tinha sido eu mesma e ele disse que estava horrível. Fiquei brava e aí ele quis me acompanhar no passeio.  Enquanto eu andava pela mansão,  descobri que era tudo verdadeiro e os "personagens" queriam me matar.  Consegui me esconder num quarto e o punk me ofereceu charutos feitos de bolo de coco.   O quarto onde eu estava se transformou e eu apareci numa casa onde eu e a Flavia dividíamos um quarto, que estava tão bagunçado que eu mal tinha espaço pra deitar na cama.  Olhei pela janela e o pessoal da mansão estava lá fora. Acordei assustada quando eles iam entrar na casa.

Máfia

Eu estava num casarão que eu sabia que era da máfia. Tinha um monte de gente espalhada pelo quartos e salões da casa. Um outro grupo de mafiosos, inimigos dessa família onde eu estava, apareceu na casa e jogou uma bomba de ácido no meio do casarão (se a casa não tinha telhado eu não sei, porque não olhei pra cima). Olhei pra minha pele e vi minha barriga derretendo e eu pensava "nossa, finalmente vou emagrecer". A Flavia acordou super sonolenta, olhando para a própria barriga que também estava derretendo e disse: - O que tá acontecendo?  Ela sumiu e eu fui para a sala principal da casa, que tinha se transformado numa recepção, onde eu trabalhava. Tinha dois senhores executivos esperando pra fazer o check-in. Fiquei brava por eles estarem ali, porque eu sabia que o grupo de mafiosos ia voltar e terminar o serviço de matar todo mundo.  Os executivos queriam conversar, mas eu entreguei logo as chaves e mandei eles irem para os apartamentos. Eu tinha certeza que o...

Macacos

Eu morava numa pensão de dois coreanos. O lugar era  meio sujo e eu precisava juntar dinheiro logo pra ir embora (não sei como fui parar ali). Juntei muitas moedas num cofre e saí pra trocar o dinheiro. Ao invés de trocar por dólares ou reais, troquei por notas coreanas, que eu nem sabia quanto valia. Uma das notas era amarela e laranja e tinha o desenho de dois macacos. Nela estava escrito 77 monkeys. Era bem liiinda! O bairro onde eu estava era muito pobre e violento (toda hora rolava uma briga ou uns tiros) e eu tinha medo de ser roubada, mas ficava contemplando a nota dos macacos sentada num bloco entre escombros. E aí eu acordei.

Inês Brasil

Eu estava me formando numa outra graduação. Precisava me arrumar e ir para o auditório, que a cerimônia logo ia começar. Olhei no relógio e já passava das nove da noite. Eu estava muito atrasada! Abri meu guarda-roupa e não encontrava nenhum dos meus vestidos longos ou uma saia preta comprida. Peguei uma saia de tule, mas era curta e minhas tatuagens não podiam aparecer. Revirei tudo, experimentei um monte de roupas, coloquei uma blusa rosa horrível, tirei. Olhei de novo no relógio e passava das dez e meia. Como eu demorei tanto? Acabei pegando a saia de tule mesmo e um sapato azul marinho. Eu sabia que a cerimônia era demorada, mas sou tão pontual que estava muito chateada. Saí de casa correndo e percebi que nem tinha passado delineador ou rímel. Não queria que me vissem assim. O auditório ficava dentro de um shopping e eu precisava subir uma escada rolante para chegar lá. Todos meus parentes e amigos já estavam no auditório. Estavam passando vídeos institucionais ...

Cadeira de depilação

Eu estava numa feira de música, gastronomia e artesanato. A banda da festa? Losermanos. Em todos os pavilhões, serviam as comidas em panelões cheios de água e roupa suja. Você tinha que ficar revirando o caldeirão pra achar o seu pedido. A coisa mais bizarra da festa era uma cadeira de depilação. Passavam cera em toda a cadeira e o cliente sentava, deixava a cera colar e levantava, mas não era limpa entre um cliente e outro... parecia que a cadeira usava uma peruca do Zacarias. Comprei vários livros no sebo da feira e aí, quando fui abrir um deles, descobri que dentro de uma caixa de vidro tinha um Iphone. Para conseguir pegá-lo, eu tinha de achar o martelo para aquela caixa, que tinha de ser comprado na feira. Era um instrumento exclusivo e específico. Acordei sem saber qual barraca tinha o martelinho.

Jesse Pinkman

Eu estava namorando o Jesse Pinkman, de Breaking Bad há um mês (quando eu olhava pra ele, pensava: "mas ele é tão magrinho").  Nós estávamos em Foz e íamos passear no Duty Free, mas nos atrasamos. Quando chegamos lá, já estava fechado.  Decidimos ir jantar no Paraguai e foi só sair do Duty que chegamos num restaurante chinês em Ciudad del Este. Era um lugar bem feio, desses de beira de estrada.  Enquanto esperávamos os pratos, fui ao banheiro, que era bem nojento. Começou uma confusão no salão do restaurante e decidimos ir embora, mas eu senti que tinha alguma coisa errada. Quando chegamos em casa, um bicho igual ao que entrou no Neo, em Matrix, estava no meu braço. Tentei tirar, mas ele grudava muito.  Abri minha bolsa pra pegar algo pra tirar o bicho, mas saíram milhares deles de dentro da bolsa.  Acordei sem saber o resto. Ah, em algum momento aleatório do sonho, nós trabalhávamos juntos e o Jesse me deu uma bolacha decorada. Eu disse "E...

Hogwarts

Eu estava visitando Hogwarts, que mais parecia a escola Carlos Gomes em São Miguel Paulista na época que estudei lá. Eram vários pavilhões cheios de alunos, salas de magia e etc. De repente, soou um alarme que a escola tinha sido invadida e não sabiam por quem. Os portões abriram e não conseguiam fechar (eram uns portões pequenos, envidraçados e de 0,5m de altura). Os portões ficavam abrindo e fechando sozinhos, até que uma professora sumiu. Pediram pra todo mundo correr pra quadra da escola, pra se proteger (sim, com um portãozinho de meio metro). A quadra era, na verdade, um cemitério. Todas as crianças começaram a deitar nas covas e se cobrir de terra. O chão era coberto de grama e um menino sentou do meu lado. Sentimos a grama molhada e eu, como sou muito fofa, perguntei: - Cadê as varinhas de vocês? Vocês não sabem se defender? Ele respondeu que não usavam mais varinha, porque o Voldemort estava morto. Pra variar, acordei sem saber quem estava lá.

Os irmãos

Eu morava numa casa cheia de "puxadinhos", com um monte de desconhecidos. A casa era bem grande, mas não tinha portas entre os quartos. Três irmãos grandalhões (barbudos, altos e fortes) moravam na casa também. Eu sabia que eles trabalhavam com algo ilícito, mas eu não sabia o quê. Um cara que eu estava interessada foi morar na casa e um tempo depois que estava lá, passou a dormir comigo no meu quarto, que ficava bem na entrada da casa e era um corredor para os outros cômodos. O moço reclamava que meu colchão era muito duro e que preferia que tivéssemos uma cama mole. Aconteceu uma votação na casa e a maioria dos moradores decidiu expulsar os irmãos. Eles começaram a arrumar as coisas na caminhonete e um deles veio falar comigo, dizendo que eu era a única amiga dele e que ele precisava me contar que todos eles eram gays, o que foi uma surpresa pra mim. Antes de ir embora, ele quis que eu ficasse com umas roupas dele: um colete e uma minissaia jeans e uma blusinha xadrez...

Henry Lin

O governo estava aplicando punições severas a todos que falassem mal do Lula e da Dilma. Contrataram a máfia chinesa para fazer inspeções nas casas e “cuidar dos rebeldes”. O chefe da inspeção era o Henry Lin, do Sons of Anarchy.  Eu tinha vários textos num bloco de notas e no meu notebook e tentei esconder tudo antes de eles chegarem. Coloquei algumas coisas dentro de uma mochila e guardei dentro do guarda-roupa, pois eles não poderiam mexer em coisas pessoais.  O Henry Lin estava atrasado e, enquanto esperávamos, eu e a Flavia fomos comprar um suco numa mercearia no final da rua. Eu tinha um pressentimento que eles iam mexer em tudo, inclusive no guarda-roupa que não poderiam abrir. Quando voltamos à casa, o Henry Lin já tinha chegado e começou o interrogatório (eles colocavam nossa mão direita num papel transparente para atestar a veracidade das informações). Respondemos todas as questões e ele perguntou sobre meu bloco de anotações.  Eu disse que não sabi...

Havaianas

Eu trabalhava como recepcionista num hotel de luxo que estava em reforma. Todo dia, uma das cozinhas mudava para perto da recepção (um dia era a confeitaria, no outro padaria, pizzaria e assim por diante), o que atraía bastante os hóspedes.  Comecei a perceber que sumia dinheiro do caixa e desconfiei de um colega. Não podia acusá-lo, até que o peguei no flagra. Ele negou no começo, mas depois disse que era pouco e ninguém percebia. Ele me deu um guaraná, eu aceitei e aí ele disse que eu era sua cúmplice.  Uma outra moça da recepção me mostrou um folheto de uma mansão que ela queria comprar, que na verdade era o Hotel das Cataratas. No folheto, tinha um casal que parecia da família Buscapé, dizendo algo tipo "você também pode".  O preço era super baixo e ela tinha feito o primeiro depósito, mas não tinha conseguido enviar um e-mail pra eles, então tinha marcado uma visita (?). Ela pediu pra eu ir junto.  Chegando lá, o lugar era realmente o Hotel das Cata...

Guerra

Uma guerra acontece no Brasil. Diferente do esperado, ela não acontece  por causa da política, e sim por motivo religioso.  Fanáticos da igreja evangélica estão destruindo monumentos culturais e religiosos. A polícia, corrompida, está do lado dos pastores.  Estou na praça Santos Andrade, em Curitiba, e percebo um rapaz muito bonito (barbudo, claro) perdido no meio do tiroteio. Ele é cego. Corro para ajudar, pergunto se posso orientá-lo. Ele aceita.  O moço sugere que a gente vá pelo metrô (a escada é do lado da praça, em direção à João Negrão), mas sei que é uma péssima ideia. Nos escondemos num bar abandonado enquanto os conflitos acontecem, porque sei que não posso deixá-lo sozinho.  Quando a situação se acalma, vamos para um abrigo da resistência. Nos dias que se passam ali, eu o ensino a lutar boxe (ahhh mike tyson)...  Acordo com muita dor nas costas e uma sensação de que tudo aquilo foi real.

Game of Thrones

Game of Thrones era uma realidade. Todos lutavam por suas "casas" e a violência era comum. Um dos reis resolveu modernizar as coisas e sugeriu que acontecessem desfiles para escolher os mais bonitos, em vez de duelos. Se alguém fosse desclassificado no desfile, saía também das lutas. Os mais conservadores acharam aquilo um absurdo, porque preferiam ver sangue, mas tiveram de aceitar. As disputas se alternavam entre lutas na arena e desfiles. Não havia regras muito definidas, então aconteciam assassinatos no meio da passarela. Como eu não estava entre as bonitas do reino (não tinha encontrado a senhora no bairro ainda), fiquei treinando com a minha espada, mas morrendo de medo de desfilar. Durante a escolha do melhor traje de banho, um molequinho tentou me esfaquear com um canivete e eu tive de matá-lo. Ele era um Lannister. E aí eu acordei, sem saber quem foi o vencedor.

Garganta

Flashes de um sonho bizarro: - Morava numa casa cheia de gente, que parecia um galpão enorme, com janelas grandes e poucas paredes; - Uma moça que morava na casa – magra, baixinha e cabelo curto - começou a me xingar e veio me bater, mas eu dei um soco na cara dela e ela sumiu; - Um pouco depois, ouvi barulho de moto e vi uma luz pela janela. Ficou noite instantaneamente e todas as pessoas da casa sumiram; - Abri a porta da casa e o policial estava montado num cavalo. Não tinha moto; - Fui pra delegacia e contei pra ele meu caso. Ele me liberou porque disse que eu estava certa; - Me olhei no espelho e tinha pus na minha garganta.