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Mostrando postagens de abril, 2020

Congresso

Fui participar de um congresso pró-Bolsonaro num hotel, mas não lembro a cidade. O congresso era só uma fachada, já que todos os eventos não-oficiais eram controlados pelo governo. O projeto que estávamos desenvolvendo era uma máquina para voltar no tempo e impedir que o Bolsonaro entrasse para a política. Tinha um casal de velhinhos participando conosco e o homem escrevia anúncios no corpo da mulher, do tipo: "30 ovos por R$ 8,99". Ela ficava puta com ele e tentava apagar, mas a tinta dificilmente saía. (?) O "congresso" era supervisionado por um assessor do presidente, mas ele mal sabia ler, então não entendia nada do que estávamos falando.

Comunista

Fragmentos de um sonho bizarro - Eu fazia parte de uma organização comunista e consegui emprego na casa do presidente, mas não era o Bolsonaro; - Minha colega de trabalho era beeeeem gorda e negra e escondia tudo na barriga; - O filho do presidente era uma criança bem idiota e influenciável, então acabava sendo nosso cúmplice nos planos de roubar informações da presidência; - O presidente guardava tudo que era confidencial no porão da casa; - Em uma das festas da casa, contratamos uma moça oriental que usava chuquinhas à la Xuxa anos 80; - Eu tinha um fusca branco e ficava torcendo pra não dar problema; - A mulher do presidente sempre ficava de olho na gente, mas acreditava nas nossas mentiras. Não sei se conseguimos chegar no porão.

Os outros

Num futuro não muito distante, procurei uma ex-gerente que ainda trabalhava em um dos poucos hotéis abertos na cidade. Fui pedir um emprego, porque precisava muito voltar a trabalhar e ter dinheiro pra sobreviver (Olha o futuro do empregado de empresa privada aí, gente). Ela disse que não tinha muitas opções, mas que tentaria me ajudar. Fui chamada para uma reunião com outros funcionários para ser apresentada. Um deles era um senhor magro, calvo, cheio de olheiras e com uma cara muito triste.  A gerente foi me mostrar o hotel e o senhor magro ficava nos seguindo para todos os lados, mas ela simplesmente ignorava a presença dele.  Quando chegamos na sala dele e ele foi para outro lado, perguntei por que ela estava ignorando aquele senhor. Ela disse que não tinha ninguém conosco e me perguntou como ele era. Eu e o descrevi e ela disse que ele foi um funcionário que morreu de COVID-19.  Eu queria ir embora… e naquele momento eu não sabia mais se tinha alguém viv...

Cobra

Eu e minha irmã Flavia íamos sair pra jantar com uma amiga que mora no Amazonas. Chegamos à casa dela e fomos ver umas fotos e relembrar a infância em Manaus. A Flavia estava com um cabelo cinza azulado (tava bem bonito), mas não era ela de verdade. Na hora de sair, tínhamos que atravessar a garagem até chegar ao carro que era enorme, tipo um Opala. No meio do caminho, encontrei uma cobra coral e ela veio super rápido na minha direção. Eu corria e não conseguia chegar ao carro, porque meus movimentos estavam bem lentos (parecia que o corpo não respondia aos comandos)... até que a cobra parou e disse: - Se você não entrar logo no carro, eu vou te picar. Corri o máximo que pude, me pendurei no carro (preocupada em não amassar a lataria), mas não conseguia abrir a porta. A Flavia estava dentro do carro e não me ajudava a entrar. Acordei no susto, sem saber se consegui ou não entrar.

O velho

Fui convidada a participar de uma conferência num hotel de luxo numa praia (teoricamente) paradisíaca. Cheguei, fiz o check-in e deixei minhas coisas no apartamento 1101. Um quarto gigante, com cama King size e decoração bem clássica, com lustres e móveis de madeira. Coloquei um maiô e fui encontrar outros palestrantes na praia. A praia era horrivel, uma areia escura, suja e cheia de pedregulhos. Entrei na água com um pouco de nojo e saí logo em seguida. Os outros ficaram se divertindo na água suja. Resolvi voltar pro hotel e, quando abri a porta do apartamento, tinha um velho só de cueca parado no meio do quarto. Ele começou a gritar que eu estava invadindo o espaço dele. Eu só queria pegar minhas malas e sair de lá. Descemos na recepção (eu de maiô e o velho de cueca) e o velho gritava que ia processar o hotel, que era um absurdo eu entrar daquele jeito. O recepcionista conferiu e o velho estava no apartamento 1604, não 1101. Como ele fez todo aquele escândalo, a recepção resolveu d...

Cebolas

Meu namorado queria participar de uma competição na TV. Não sei exatamente como funcionava, mas uma das provas tínhamos que preparar um prato com cebolas. O detalhe é que somente prostitutas e travestis podiam buscar os sacos de cebola. Eram um sacos gigantescos (sabe aqueles caras que vendem ou vendiam bolas em parques? Era algo bem parecido) e tinham que atingir um certo peso pra continuar na competição. Muitas cebolas estavam podres e as travestis eram ridicularizadas pelo público se pegassem cebolas estragadas. Depois de separar aquela montanha de cebola, tínhamos de preparar um prato para servir aos jurados. O prato era basicamente um molho para colocar em cachorro quente. Eu tava achando aquilo tudo horrível e cada vez mais eu queria terminar com meu namorado babaca por me levar nesse programa, mas acabei ficando até o final. Saí de fininho e entrei numa casa de madeira, de um cômodo só, que estava bem bagunçada. O vaso sanitário ficava no meio da sala, junto com um mon...

Casamentos

Estava numa igreja para assistir a uma série de casamentos. A decoração era bem simples e brega, com flores de plástico espalhadas por todo o salão. Casamento I: Uma gorda estava casando com um rapaz magrelo. Ela, super animada, com um vestido enorme e véu arrastando no chão. O noivo, a tristeza em pessoa, cabisbaixo. Motivo do casamento: o pai da moça gordinha tinha dinheiro. Casamento II: Um casal de beagles. O macho, de gravata borboleta preta, preferiu dormir durante a cerimônia, na casinha adaptada. A fêmea também não deu muita bola, estava esperando uma recompensa por ficar parada. Motivo do casamento: os donos tinham dinheiro e resolveram casar os cachorros, porque era moda. Casamento III: Uma moça negra, de uns 15 anos, e um rapaz tetraplégico (mas que ainda não estava no altar). A moça, mal arrumada, com cabelo desgrenhado, era só sorrisos. O noivo apareceu de um elevador subterrâneo, numa cadeira de rodas especial. Quando ele foi surgindo no salão, soltaram milh...

O cachorro

Fui encontrar um amigo, o Diego, num bar na barranca do rio em Puerto Iguazú, na Argentina. O bar tinha um boliche na cobertura, área de paintball, pista de dança e outras coisas. Logo que ele chegou, disse que estava bêbado e era muito perigoso ficar ali. Sugeri irmos embora, mas ele disse que não podíamos ir caminhando e ele não podia dirigir naquele estado, porque sua visão não era mais a mesma. Falei que eu podia dirigir, mas ele achou melhor se transformar num cachorro, dizendo que a visão do cachorro ainda funcionava muito bem.

Perucas

Eu estava morando numa pensão, junto com dois amigos, a Vera e o Franco, e uns desconhecidos. A casa era enorme, mas meio bagunçada e suja. A dona não ligava muito para limpeza, então cada um cuidava só do seu próprio quarto. Abri a geladeira e tinha azeitona picada espalhada por todas as prateleiras. Não bastasse a azeitona, tinha pêlos também. Falei pra Vera que precisávamos dar um jeito naquela sujeira, já que a dona não cuidava, mas ela disse que os pêlos eram dela. Ela estava fazendo perucas para aumentar a renda e ter um dinheiro extra, então pegava até a barba do Franco.

Bar das aberrações

O único flash que eu lembro do sonho desta noite: eu estava sentada perto do balcão de um bar e um anão estava ao meu lado. O bartender me olhou e disse: - Aqui é o bar das aberrações. E eu não estou falando do anão.

Bala de côco

Eu tava numa excursão rodoviária, num ônibus enorme, que tinha até cama. Num certo momento da viagem, uma naja verde apareceu no compartimento de bagagem e pulou de lá de cima. Consegui correr, mas ela era muito rápida, me alcançou e me picou na perna. Meu pai me deu um troço estranho pra beber e eu comecei a passar mal logo em seguida. Vomitei uma coisa marrom, meio gosmenta. Eu sabia que precisava chegar logo num hospital. Durante o percurso, ainda paramos numa festa infantil dos anos 80, com bolo cheio de glacê e bala de côco (daquela com papel cheio de frufruzinho). Acordei sem saber se conseguimos chegar ao hospital, mas aliviada por não ter sido picada.

Arrastão

Um pessoal barra pesada do meu trabalho estava fazendo arrastões nas casas dos colegas, de madrugada. Meu pai, a Debora e o ex-namorado dela estavam passando uns dias em casa. A Dé tinha morrido, mas estava normal, disse que conseguíamos vê-la porque ela estava "grande". Se ela visse algum espírito ruim, ficaria "pequena". Uma noite, ouvimos barulho no quintal. Pela janela do quarto, vi quando os rapazes passaram com meus álbuns de fotografia (e eu sabia que o objetivo era publicar as fotos na internet). Quando saímos no quintal, o Maguila (que era nosso boxer) estava todo machucado porque bateram nele. Na pressa, os moleques largaram um Gol antigo e um notebook (que tava tocando música techno). Meu pai ligou na Polícia para fazer um B.O., mas eu estava tão brava que tinham machucado o cachorro, que resolvi quebrar o notebook. Procurei um martelo, mas só achei um rolo de macarrão. Amassei todo o notebook e depois o quebrei ao meio. Eu só pensava que ia t...

Gêmeos

Estava acontecendo uma série de crimes, em que o psicopata vinha roubar um objeto da vítima e depois voltava para matá-la. Nossa casa era um sobrado bem grande. Um belo dia, vejo um cara roubando meu Stitch de pelúcia. O cara tinha lábio leporino e uma cicatriz no meio do rosto. O bizarro é que era um cara do meu trabalho!  Chamamos a polícia e faço um retrato falado do cara. Me apavoro quando chega um policial igual ao psicopata, mas sem cicatriz ou lábios leporino. É irmão gêmeo! A polícia, então, começa a vigiar nossa casa 24h,porque eles sabem que ele vai voltar pra me matar. Simultaneamente, como acontece nos filmes, tenho uma visão que o psicopata fez uma plástica para corrigir as imperfeições e aviso a todos, que não acreditam em mim. Uma certa noite, não consigo dormir, morrendo de medo. Quando estou pegando no sono, sinto uma mão no meu rosto. É o psicopata! Consigo levantar e correr, mas nunca é rápido o bastante. Peço ajuda, mas todos acham que ele é o polic...

Mudança II

Segunda vez que sonho com mudança num intervalo de quinze dias... Cheguei num galpão enorme, onde minhas coisas estavam mais ou menos organizadas. Algumas cadeiras e caixas estavam espalhadas num quintal aberto, com um varal de lâmpadas e muitas plantas.  A mudança seria levada para minha nova casa (que eu não sei onde era) e nós (eu, minhas irmãs e minha mãe) pegaríamos um voo às 14:00.  O galpão estava cheio de conhecidos, entre parentes e amigos. Eu tinha de dar atenção a todos, mas estava preocupada com o horário e precisava muito tomar um banho e levar meu cabelo. Quando era quase meio dia, tomei banho correndo e não tive tempo de lavar o cabelo (fiquei muita chateada de estar com o cabelo sujo). Não podia me atrasar e perder o voo. Coloquei uma blusa listrada preto e branco e uma calça jeans.  Quando estava pronta, minha mãe ainda estava conversando com alguns parentes. Fiquei muito brava, dei uma bronca nela e ela disse que ninguém precisava "bater c...

Vin Diesel

Fui trabalhar com um colega de trabalho, o Vinicius, numa empresa de estratégia financeira, em alguma cidade litorânea que tem araucárias (a árvore-símbolo do Paraná) espalhadas na rua. O dono era um rico excêntrico (um Vin Diesel mais magro e mais alto, de camisa aberta e óculos escuros). No meu primeiro dia de empresa, o dono não apareceu porque estava em Miami e voltaria no dia seguinte. Na hora do almoço, ninguém decidia o que comer, pedi uma pizza. Quando a pizza chegou, todos meus colegas pegaram um pedaço e eu quase fiquei sem. Tínhamos um "motorista" que nos levava e trazia de dirigível. Ele e a esposa ficavam discutindo sobre como deveriam podar os galhos das araucárias e nós voávamos acima das copas das árvores. Logo que cheguei no segundo dia, vi que não ia gostar de trabalhar ali, porque o cara era louco e gritava com todo mundo. Uma menina saiu chorando do escritório, depois de ser demitida. Perguntei se era uma empresa séria e meus colegas falaram ...

Amazonas

Eu estava num barco, indo para o hotel onde eu trabalhava no Amazonas. Quando fui descer do barco, o rio se transformou numa estrada e o barco estava com rodinhas. Percebi que estava descalça e um dos guias do hotel, o Haulys, apareceu pra me ajudar. Uns bêbados apareceram e minha tia Elzira disse que eu tinha que resolver, afinal eu treinei boxe pra isso. Tentei bater nos caras, mas meus socos eram muito fracos e os bêbados ficaram rindo de mim (isso sempre acontece). Entrei num galpão e a Debora veio correndo avisar que tinha uns zumbis vindo nos pegar. Fechamos a porta (que era uma chapa de ferro) com o trinco (daqueles bem fininhos) e eles ficavam batendo, quase derrubando a porta. Acordei sem saber se conseguimos nos salvar.

O bar

Estava numa sala privada de um bar com um namorado (que eu não sei quem é) e o amigo dele. Estávamos com um balde cheio de Budweiser. Meu namorado pediu para eu pegar mais uma, porque o balde tinha de estar sempre completo. Saí da sala reservada e fui para o salão pegar a garrafa. O barman disse que a cerveja custa R$ 6,30, mas poderia fazer R$ 6,15. Abri a carteira e tinha R$ 6,00 trocado. Ele disse que não poderia fazer desconto. Entreguei uma nota de R$ 50,00. Quando estava voltando para a sala reservada, resolvi conferir o troco e percebi que as notas eram falsas, com desenhos de bichinhos de um jogo. Tinha até nota de R$ 3,00. Voltei para falar com o barman e ele disse pra eu esperar o gerente. Meu namorado saiu da sala para ver por que eu estava demorando, mas não entendia o que eu falava, estava muito bêbado.

A velha

Eu morava perto de uma amiga minha, a Marilutti. O apartamento onde eu morava era pequeno, mas bem arrumadinho. Um dia, fui até à casa dela e resolvi tomar um banho de banheira (?). Quando estava preparando o banho, uma cama surgiu no meio do banheiro, que era enorme. Eu já estava pelada e pronta pra entrar na banheira, quando um cara apareceu deitado na cama, que agora tinha um edredom azul do Mickey. Fiquei morrendo de vergonha, cobri meus peitos e chamei a Marilutti. Ela disse que eu devia parar de ser fresca (o que provavelmente ela faria mesmo) e não me importar com o amigo dela. Me vesti e fui pra casa. Chegando lá, as paredes estavam de outra cor, minha poltrona estava com um tecido ridículo e tinha uma cortina pendurada no meio da sala, fazendo uma divisão com a cozinha. Achei aquilo muito estranho, mas fui lavar louça, quando uma velha bizarra, que era minha vizinha, brotou no meio da cozinha. Ela tava toda sorridente, perguntando se eu tinha gostado das mudanças em c...

A sonharia

Estava na fila de uma padaria, esperando a minha vez. A mulher na minha frente pediu sonhos e perguntou ao filho, de uns 3 anos, qual ele queria. Aí ele respondeu: - Eu já tenho um sonho. Quero ser astronauta. Ouvindo a história do menino, resolvi abrir uma sonharia, uma loja de sonhos, (de creme, chocolate e etc) chamada “O sonho do astronauta”. Todos os sonhos eram embalados e colocados num saquinho de estopa, sempre com um desenho e um texto sobre um sonho ou desejo íntimo da pessoa, com miniaturas que representassem o sonho, que de alguma forma eu sabia quais eram.  Uma menina recebeu o saquinho de sonhos com um cavalinho de balanço feito de madeira, coisa mais linda!

A pandemia

Em meio à pandemia de COVID-19, eu e o Luiz estávamos morando dentro de um hipermercado na estrada. O lugar era afastado e não houve contágio entre os funcionários ou em lugares próximos. Nenhum cliente usava máscara ou luva, mas os funcionários usavam macacões, máscaras e coturnos de salto alto, tudo de couro (no melhor estilo sadomasoquista). O Luiz estava com muito medo de faltar comida ou que os alimentos perdessem a validade, então ele sentava nos corredores e devorava tudo que podia. Em algum momento, o mercado se transformou num hotel ou fomos teletransportados. Estávamos atendendo muitas famílias ricas e chatas, com crianças berrando e fazendo escândalo. Um das famílias tinha uns cinco filhos, a mais velha tinha uns doze anos. A menor era bem feia e usava chuquinhas à la Xuxa anos 80, mas o cabelo dela era muito ralo e ficavam "tufos" perdidos. O pai era muito chato e falava o quanto ele era influente e que precisava falar com a gerência, então eu chamei a Fla...

A prisão

Eu trabalhava num presídio indígena, onde os presos cumpriam pena de um, três ou cinco dias (?) e tinham de construir canoas e conjuntos de arco e flecha para pagar a pena. Um dos presos era muito chato e eu resolvi fazer a canoa pra me livrar logo dele, mas ele não aceitou, dizendo que precisava pagar a pena por mérito dele. Logo depois, começou um surto de piolhos nos presos e eu fui encarregada de limpar as cabeças e acabar com o problema. Os piolhos eram bem pequenos, mas eram cinza e pulavam muito rápido. Comecei a me coçar inteira, porque estavam por todo meu corpo. Aí o diretor da prisão me chamou e resolveu me dispensar, porque minha barriga era muito grande.

A praia

Eu sempre ia numa mesma praia perto de casa para fazer caminhada. Um dia, encontrei um cachorrinho perdido e resolvi adotá-lo. Ele era preto e dava pra saber que ficaria grande pelo tamanho das patas. Um moço barbudo e bem bonito viu o que aconteceu e veio conversar comigo. Trocamos algumas palavras e ele foi embora. Passei a ir com mais frequência na praia e encontrava o moço quase toda vez, mas ele sempre se esquecia quem eu era e a conversa começava outra vez. Estava passeando com o cachorro, que agora parecia um labrador, e encontrei o moço de novo. De novo ele não lembrava quem eu era e eu perguntei como estava o Thor, que era o cachorro dele. Ele ficou surpreso que eu sabia o nome e eu notei que tinha uma coisa nova nele: uma aliança na mão esquerda. Perguntei se ele era casado e ele desconversou. Fomos dar uma volta pela praia, que estava muito suja de cocô. Tinha bosta pra todo lado. Vi um velho se abaixando na areia pra fazer cocô e dei uma bronca nele. Ele simples...

A mudança

Fui para a casa da minha mãe para fazer minha mudança. A casa estava muito bagunçada, cheia de caixas e coisas espalhadas por todo lado, bem no estilo "acumulador". A casa era em São Paulo, mas não é um lugar que já morei. Eu queria arrumar as coisas por ordem de localização, começando pelos fundos da casa, onde ficava a lavanderia, e depois já limpar cada cômodo terminado. Minha mãe não concordava e disse que era melhor fazer tudo de forma aleatória. Chegaram uns caras num peugeot (um 307, talvez, porque não vi a traseira) e mal tinha espaço com tanta bagunça na garagem, que milagrosamente ficou vazia quando estacionaram. De alguma forma, eu, minha irmã Flavia e meu primo Regis aparecemos numa fila de um brinquedo num parque de diversões à noite. A fila era muito grande e ia demorar bastante tempo, mas resolvemos esperar. Simultaneamente, eu sabia que alguém tinha feito uma boneca vodu da Debora porque ela começou a sentir dores. Acordei pensando que é um momen...

A gravidez do alien

Estava viajando com as minhas irmãs numa nave espacial, mas o interior da nave era uma selva, cheia de cipós e plantas (imagina a floresta de "O Predador"). Todo mundo andava praticamente nu, parecendo a princesa Leah de biquininho.  Percebi que minha barriga estava aumentando (quem mandou comer demais?), mas não era por comida... eu estava grávida (me veio um pensamento no sonho que eu não poderia - e nem queria - estar grávida)! Minha barriga enorme, mas a senhora que era curandeira falou que eu estava apenas no quarto mês de gestação.   Comecei a sangrar e aí acordei aliviada por não estar grávida.

Albuquerque Guimarães

Eu, minha irmãs e meu pai* recebemos um convite pra ir num casamento em Foz. Não sei em que cidade eu morava. Durante a festa, três árabes sentaram na nossa mesa e disseram que teríamos de levar uma carga pra eles na volta, que não era droga, mas componentes bem valiosos. Receberíamos R$ 500,00 cada pelo transporte. Pensei em chamar a polícia, mas o pai achou melhor seguirmos a ordem dos caras, porque eles nos ameaçaram de morte. No dia da partida, dois dos homens e uma moça vieram nos buscar no hotel, nos entregaram as malas e foram nos levar para o aeroporto. Todos estavam armados com pistolas com silenciadores. Durante o trajeto, eu pensei várias vezes em pular do carro, mas não tive coragem. Quando chegamos na guarita do aeroporto, um segurança perguntou o nome do meu pai pra ver se estava na lista de passageiros e ele respondeu: - Albuquerque Guimarães. Meu corpo gelou. Eu não tinha um nome falso. Acordei sentindo muito frio e sabendo que teríamos de repetir a mesm...