A pandemia
Em meio à pandemia de COVID-19, eu e o Luiz estávamos morando dentro de um hipermercado na estrada. O lugar era afastado e não houve contágio entre os funcionários ou em lugares próximos.
Nenhum cliente usava máscara ou luva, mas os funcionários usavam macacões, máscaras e coturnos de salto alto, tudo de couro (no melhor estilo sadomasoquista).
O Luiz estava com muito medo de faltar comida ou que os alimentos perdessem a validade, então ele sentava nos corredores e devorava tudo que podia.
Em algum momento, o mercado se transformou num hotel ou fomos teletransportados. Estávamos atendendo muitas famílias ricas e chatas, com crianças berrando e fazendo escândalo.
Um das famílias tinha uns cinco filhos, a mais velha tinha uns doze anos. A menor era bem feia e usava chuquinhas à la Xuxa anos 80, mas o cabelo dela era muito ralo e ficavam "tufos" perdidos. O pai era muito chato e falava o quanto ele era influente e que precisava falar com a gerência, então eu chamei a Flavia.
E acordei.
Nenhum cliente usava máscara ou luva, mas os funcionários usavam macacões, máscaras e coturnos de salto alto, tudo de couro (no melhor estilo sadomasoquista).
O Luiz estava com muito medo de faltar comida ou que os alimentos perdessem a validade, então ele sentava nos corredores e devorava tudo que podia.
Em algum momento, o mercado se transformou num hotel ou fomos teletransportados. Estávamos atendendo muitas famílias ricas e chatas, com crianças berrando e fazendo escândalo.
Um das famílias tinha uns cinco filhos, a mais velha tinha uns doze anos. A menor era bem feia e usava chuquinhas à la Xuxa anos 80, mas o cabelo dela era muito ralo e ficavam "tufos" perdidos. O pai era muito chato e falava o quanto ele era influente e que precisava falar com a gerência, então eu chamei a Flavia.
E acordei.
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