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Mostrando postagens de junho, 2020

Testamento

Minha mãe tinha muitos filhos (sete ou oito, não lembro) e resolveu fazer um sorteio antes de fazer seu testamento. Quem ganhasse, ficaria com todos os bens. Quem perdesse, não teria direito a nada. Mas, para não ser tão injusta, ela ia dar uma viagem de férias para todos nós juntos. Estávamos reunidos na casa dela, que era de madeira, suja, cheia de ratos e coisas amontoadas por todos os lados. Enquanto nos organizávamos para a viagem, descobri que a intenção dela era matar o vencedor do sorteio (não lembro como descobri) e não dar nada pra ninguém. Conversei com meu pai sobre minhas suspeitas e ele disse que já sabia, mas tinha um plano pra matá-la primeiro. A Pirralha foi a vencedora do sorteio. Enquanto cada filho estava arrumando a mala e pegando a passagem, meu pai ficou protegendo ela (o avião estava esperando na porta da casa). Todos os filhos conseguiram embarcar, e meu pai ficou pra trás... e aí eu acordei.

Samauri

Um moço senegalês chamado Samauri estava trabalhando de jardineiro na casa da minha mãe. A namorada dele, Sueci, ajudava na cozinha. Ambos eram refugiados. Estávamos vivendo momentos de tensão por conta do governo, que caminhava para uma ditadura. Meu pai estava desaparecido depois de participar de protestos. Um dia, chegou um caminhão na porta de casa. Samauri veio pedir ajuda, dizendo que os políticos no caminhão queriam matá-lo, porque ele não tinha documento. A Sueci já tinha sido levada por outro caminhão. Expliquei que ele trabalhava em casa e que estava tudo certo com a documentação. Mostrei o RG e outros papeis, mas o levaram mesmo assim. Na minha frente, o colocaram ajoelhado na caçamba do caminhão. Gargalhando, um dos políticos atirou na cabeça do Samauri.

Russian doll

Fui para a Rússia, morar com um cara que conheci num site de relacionamento. Conversava com ele em Inglês (até no sonho eu achava que tava falando tudo errado). Chegando lá, a casa dele era bem simples, da madeira. Ele morava com os pais, irmãos e muitos bichos (vaca, galinha, etc). Um dia, ele e um dos irmãos estavam me esperando com um facão de açougueiro cada. Cortaram minhas orelhas quase inteiras e meu pescoço (só em sonho pra ficar viva). A mãe deles viu tudo e chamou uma ambulância. Os médicos chegaram e colocaram um band-aid, mas ninguém chamou a Polícia nem nada.  Depois, o cara apareceu com um corte de cabelo ridículo, tipo o Ronaldo usava, com a franjinha do Cascão. Eu queria ir embora, mas a mãe dele falou que era assim que as russas eram tratadas.  Consegui fugir, mas não lembro como...

Rosas

Um homem se tornou um serial killer conhecido na China e estava matando mulheres feias. A primeira vítima dele havia sido sua própria esposa, que morreu porque se recusou a plantar rosas no jardim de casa. A partir deste assassinato, as mulheres sempre tinham roseiras em casa, mas isso não garantia que ficariam vivas. Eu estava morando na China e fiquei com muito medo de ser a próxima vítima. Eu trocava de casa com bastante frequência, sempre escolhendo uma que tivesse jardim. Acabei morando numa casa que tinha roseira do lado de fora do portão. As rosas eram lindas, mas eu não sabia cuidar direito delas. Eu sentia que o assassino estava vindo atrás de mim, por causa da minha feiura. Pedi ajuda à polícia, mas não fizeram nada. E aí eu acordei, enquanto estava escondida no meio das rosas.

Rússia

Fui para a Rússia, ser babá de três meninos. Eu, na Rússia, de babá. Logo que cheguei, tive que tirar carteira de motorista… para carrinho de supermercado. Sério, tinha que fazer até baliza com carrinho. Um dia, os meninos queriam muito passear e a gente foi. No meio do caminho, encontramos com o exército, mas parecia apenas um desfile comemorativo. Numa outra quadra, encontramos um outro exército, onde tudo era preto: armas, tanques e uniformes. Esse exército estava de frente para outro, como se fossem começar um combate. Falei pros meninos que precisávamos ir logo pra casa, mas eu não sabia o caminho (não conhecia nada ainda e só falava Inglês). Começamos a correr e a ouvir os tiros... a cada quadra, a gente se escondia em alguma casa e corria de novo... até que eu me perdi deles. Fui passando por vários lugares já em ruínas e senti que os tiros vinham por todos os lados, até do céu. Continuei correndo sem rumo, até que encontrei os meninos de novo. Chegamos à ca...

Restaurante japonês

Eu e o Luiz fomos jantar num restaurante japonês, que ficava no meio de uma favela em São Paulo. Na saída, fui chamar um Uber e uma moça apareceu perguntando as horas, mas veio pra roubar meu celular. Meu celular se transformou numa faca e eu a matei. Enquanto isso, um rapaz que estava escondido atrás de um poste, foi atrás do Lui. O Lui usou um guarda-chuva como se fosse uma escopeta e matou o cara. Fiquei olhando em volta pra ver se tinha alguma câmera filmando, mas o Lui disse pra eu ficar tranquila que nada ia acontecer, que ele já tinha matado outras pessoas. Mais tarde, quando estávamos em casa, um policial ligou avisando que tinha encontrado o celular do Lui na favela. Fiquei morrendo de medo de ser presa, mas o Lui enrolou o policial. Resolvi mudar de casa e ia dividir um lugar enorme com outras pessoas, mas não tinha dinheiro pra pagar uma multa pela quebra de contrato.

Regina Duarte

Essa noite a Regina Duarte saía sem pagar todas as vezes que ia tomar suco onde eu trabalhava, alegando ser uma celebridade e não precisar pagar. Isso me deixava bem puta da vida, porque meu chefe deixava. A lanchonete onde eu trabalhava funcionava dentro de um museu de História nazista, com peças datadas a partir 524 A.C. 524 A.C. (?) Todos os guardas usavam uniformes nazistas, com suásticas em todos os lugares.

"Nobre"

Ano 1850. O mundo estava enfrentando uma pandemia de uma doença muito grave. Os ricos tinham mais condições de tratamento médico e os pobres morriam pelas ruas, sem ajuda.  Não sei exatamente se eu era de uma família nobre, mas era bem esnobe (eu não entendia meu comportamento, mas não conseguia mudar).  Fui com meu namorado para um hotel luxuoso e exigi que preparassem um banho com sais na banheira. A camareira disse que os sais estavam em falta, porque os fornecedores não estavam fazendo entregas por precaução. Gritei que eu estava pagando e queria meu banho pronto naquele momento exato.  Exigi falar com o gerente do hotel e a camareira saiu chorando. Acordei sem saber o que aconteceu.  

Ratos

Eu estava em São Paulo, na casa da tia Rosa, mas não era a casa dela da vida real. Começou uma infestação de ratos, e eles eram enormes. Apareciam por todos os lados, entravam por qualquer fresta e faziam buracos nas portas e paredes para entrar. Minha tia estava sentada na sala fazendo tricô e não deu importância.   Me tranquei num quarto, mas logo eles fizeram um buraco na porta e começaram a entrar. Tentei me livrar de todos como consegui, dando chutes e tapas. O Maguila, meu boxer que morreu em 2011, apareceu no quarto e achei que ele fosse me ajudar, mas só cheirou os ratos (em vida, ele foi um grande caçador de roedores). O Chico apareceu em seguida, mas também não me ajudou em nada. Acordei agoniada com aquele monte de rato.

Tinder

Eu morava com a Flavia ou ela morava comigo num apartamento. Ficávamos marcando encontro com rapazes da internet, mas quem ia no nosso lugar ao encontro era um amigo nosso (que eu não lembro quem é). Um dia, marcamos um encontro com um moço... mas, entre o bate-papo da internet e o encontro ao vivo, nossa campainha toca. Era o moço, de uns 150 kg, todo suado e com o cabelo oleoso. Ele descobriu nossa armação, porque era programador e hacker. Enfim, ele veio ao nosso apartamento para nos matar, pra acabar com os nossos trotes. Mas, ele não ia botar a mão na massa, então trouxe um amigo. O amigo tinha uma coleção de facas bem afiadas, entre elas um cutelo dourado. Antes de nos matar, o amigo foi enfileirando as facas, pra escolher qual usar... conversa vem, conversa vai, percebi que ele se apaixonou por mim. E eu também me apaixonei... Aí, ele ficou com dó de nos matar e conversou com o gordo, que não gostou muito, mas desistiu do plano.

Promoção

Um amiga lançou um projeto bem inusitado: quem juntasse seis embalagens de qualquer chocolate, poderia fazer sexo ao livre, com quem quisesse, onde quisesse. Todo mundo correndo para comer chocolate e juntar as embalagens, mesmo meus amigos que não são fãs... tinha gente juntando milhares de papeis pra ter mais chances de participar. Um motoqueiro tava tão afoito, que nem tirou o capacete para transar no meio da rua. Só eu não participei... fiquei de voyeur.

Poliamor

Me envolvi com um casal e resolvi morar com eles. Peguei minha mala amarela, enchi de roupa e avisei ao Luiz que ia embora.  Os primeiros dias foram muito legais, mas logo vi que o cara era machista e seria um relacionamento abusivo. Ele batia na outra moça, que era uma ruiva bonita.  Logo na primeira relação que tivemos, e ele não usou camisinha, eu sabia que ia pegar uma doença e ficar grávida. Decidi voltar pra casa, mas ele me entregou o boleto do aluguel, de R$ 2.357,58.  Acordei muito aliviada por ter sido um sonho e eu não estar nem doente, nem grávida.

Piper

A Piper foi chamada para ser conselheira numa universidade. Ela ia conduzir os estudos da evolução dos gatos no decorrer dos séculos e domesticação pelos humanos. Todos os dias, ela ia à biblioteca da universidade e pegava alguns livros e fazia uma nova tese sobre a domesticação dos homens, não dos gatos, alterando toda a história da humanidade.

Perucas

Eu estava morando numa pensão, junto com um casal de amigos e uns desconhecidos. A casa era enorme, mas meio bagunçada e suja. A dona não ligava muito para limpeza, então cada um cuidava só do seu próprio quarto. Abri a geladeira e tinha azeitona picada espalhada por todas as prateleiras. Não bastasse a azeitona, tinha pêlos também. Fui falar pra Vera que precisávamos dar um jeito naquela sujeira, mas ela disse que os pêlos eram dela. Ela estava fazendo perucas para aumentar a renda e ter um dinheiro extra, então pegava até a barba do Franco.

Parque Nacional do Iguaçu

Não lembro direito onde eu estava, mas eu precisava pegar um ônibus para chegar às Cataratas. Uma moça sugeriu que eu fosse pelada, porque ninguém mais usava roupas, segundo ela. Subi no ônibus nua e logo me senti desconfortável, porque todos estavam vestidos. Sentei numa poltrona e fiquei tentando esconder meus peitos, mas eles balançavam um pouco por causa da estrada. O motorista percebeu que eu não estava me sentindo bem e disse que tinha umas roupas esquecidas no setor de perdidos & achados (dentro do ônibus). Achei uma camisa xadrez azul e branca e, como ela grandona, coloquei um cinto e usei como um vestido (sempre fashion). Quando sentei de novo, apoiei meus braços na poltrona da frente e percebi que estava de sutiã (?). Acordei sem saber se cheguei ao Parque Nacional.

Paris

Eu, a Flavia e Dé estávamos em Paris, que na verdade parecia a periferia de São Paulo. Íamos encontrar a família da Débora num restaurante chiquérrimo, mas precisamos passar no meio de vários barracos pra chegar ao lugar. A gente ia entrando nas casas sem pedir licença e cortando caminho por dentro delas. Eu não sei falar francês, mas ficava dizendo "pardon" e "merci". Chegamos ao restaurante, que era bem fino, mas servia rodízio de salgadinhos. Falei "merci" pro garçom e ele disse: "uma dama sempre diz merci beaucoup".

Beto Carreto

Estava trabalhando no Beto Carrero, vestida de zebra num show de animais. Mesmo com a pandemia, as apresentações aconteciam normalmente e eu tinha muito medo de ficar doente, porque ninguém usava máscara.  As crianças sempre vinham nos abraçar ao final de cada show. Eu só queria ir embora, mas tinha de trabalhar pra não ficar sem dinheiro. O parque ficava lotado todos os dias, com filas enormes para os brinquedos, principalmente na montanha-russa. Era tanta gente que não dava para andar sem esbarrar nas pessoas.  Um dia, o show terminou e eu tirei a roupa antes de falar com as crianças. Saí de biquíni no meio do parque. Assim que eu percebi que estava praticamente pelada e com todo mundo me olhando, cobri minha barriga. 

Pandemia

O mundo estava em alerta por um pandemia. Os humanos estavam morrendo por mordida de... vampiro. Não existia mais a regra clássica que o os vampiros eram criaturas noturnas, mas eles não brilhavam em contato com o Sol como no livro Crepúsculo. Tudo estava um caos. Faltavam medicamentos, suprimentos nos mercados e todo mundo estava fugindo sem rumo. Fui numa mercearia perto de casa comprar macarrão. A mercearia era antiga e pequena, com prateleiras de madeira e uma escadinha de tijolos na frente. Peguei as coisas que precisava, mas não consegui pagar com cartão no caixa. O dono explicou que a internet já não estava funcionando direito e que as maquinetas ficavam falhando. Procurei dinheiro na minha bolsinha, mas só tinha algumas moedas. O dono disse que não dava pra pagar depois, porque nem sabia se teria um "depois". Passei em mais alguns lugares, mas todos queriam dinheiro. Não tinha uma agência bancária por perto. Voltei pra casa e encontrei o Henry Cavill vestid...

Paloma Vaz

Eu tinha voltado a trabalhar no Anavilhanas, Amazonas, mas dessa vez levei o Chico comigo para adestrá-lo. O check-in dos grupos era feito num auditório grande, com muitas cadeiras e um púlpito com microfone. A Ana Cecília passava as informações e controlava tudo num caderno desses de vinte matérias. Tudo era escrito a mão. Um dia, saí com o Chico pra treiná-lo e fui até o auditório, que ficava no meio da mata. Fiquei com medo de aparecer uma onça-pintada e apertei o passo. Chegando no auditório, a Ana disse que eu ia ter que esperar uma hóspede que estava atrasada, a senhora Paloma Vaz, porque ela ia ter de sair com um dos barcos e acompanhar um passeio. Quem é Paloma Vaz?

Os livros

Encontrei uns amigos e fomos para um bar. O lugar parecia um labirinto e tentamos escolher uma mesa perto do bar pra ouvir melhor a música. Encontramos um sofá enorme, que podia ser dividido para dois grupos, mas estava ocupada por um cara de topete todo brilhante de gel. Ele aceitou dividir o espaço, mas era meio asqueroso (medalhão no peito, camisa aberta com pêlo saindo). Fui ao banheiro, que era bem nojento, abri minha bolsinha e deixei minhas escovas de cabelo e de dentes em cima da pia. Um tempo depois, voltei ao banheiro e o topetudo tinha usado minhas coisas... fiquei com tanto nojo. Limpei tudo e guardei na bolsa de volta. Quando voltei à mesa, um rapaz barbudo chegou cheio de livros. Eu fiquei super interessada e comecei a conversar com ele sobre os livros, que eram cheios de desenhos maravilhosos. Um dos meus amigos deu uma bronca e pediu pra guardar os livros. Abrimos uma porta e guardamos tudo numa espécie de armário, mas tinha tanto livro que tudo c...

Os gatos

Eu estava numa academia, fazendo muitos exercícios de puxar ferro, levantar peso, etc. Era bem marombeira. Num certo momento, me olhei no espelho e entrei numa crise existencial. Fiquei pensando se era aquela vida mesmo que eu queria pra mim. Resolvi dar uma volta nos fundos da academia. Encontrei dois gatos, um amarelo rajado, enorme, parecia mais um tigre. O outro, era um preto, com um rosto beeem triangular. Os dois ficaram me olhando e como eu tava meio brava, mandei os dois pro inferno. O gato preto me olhou, perguntou se eu estava nervosa e começou a conversar comigo. Ele me disse pra eu cuidar do meu corpo, mas não ficar paranoica, para não me tornar uma pessoa fútil, pois isso não faz parte da minha natureza. Saí da academia e fui cortar o cabelo. Chegando no salão, a cabeleireira me deixou com um cabelo tigela, mas com mullets horrorosos. Eu me olhava no espelho e só queria chorar, de tão chateada que fiquei. Nunca tive medo de cortar o cabelo, mas acordei bem preo...

Orfanato

Eu estava num orfanato (não sei se eu trabalhava ou morava) com crianças e adolescentes bem estranhos; Duas adolescentes entravam em combustão espontânea toda vez que brigavam e acabavam colocando fogo (as chamas eram azuis e pareciam frias) em tudo. As coisas voltavam ao normal só para quem não tinha contato físico com elas; Na sala escura, meio bagunçada, com uns sofás velhos, eu tava sentada com várias crianças e uma dessas adolescentes me adicionou no Instagram. Começaram a brigar de novo e meu celular pegou fogo. Pedi que elas parassem com a briga, mas não adiantou. Eu só queria meu celular de volta, pensando que não tinha dinheiro pra um novo; O Luiz pegou um brigadeiro que eu estava guardando pra comer depois, reclamei que era meu e ele deu risada. Falou que eu podia ler o QR code na forminha e pedir outro pra doceria.

Olimpíadas

Ano 1800 e alguma coisa. Ano de Olimpíada e eu estava acompanhando os jogos.  As crianças que eram estrangeiras estavam sendo perseguidas pela polícia. Para evitar que fossem presas, quando a polícia se aproximava, elas tinham de deitar num colchão e abrir uma sombrinha. Eu estava numa rua assistindo a uma competição e uma menina de vestido veio correndo para deitar num colchão velho. Ela deitou, abriu a sombrinha (daquelas cheia de babadinho) e os policiais não puderam pegá-la.

Opie

Eu, a Flavia e umas das meninas que mora comigo, fomos nadar no Rio Negro e depois iríamos num bar à noite. Eu quis voltar pra casa e tomar banho, mas elas ficaram de me encontrar direto lá. Quando cheguei ao bar, as duas estavam com as mesmas roupas que usaram no rio, mas logo as roupas se transformam em vestidos. Acho que ficamos muito tempo no bar, porque um garçom veio nos expulsar. Quando saímos, só o carro da Flavia estava na rua (era uma Palio weekend preta, velha e descascada). O Ryan Hurst, o Opie de Sons of Anarchy, estava cuidando dos carros, mas estava bem feio. Eu queria conversar sobre a série e ele só queria o dinheiro. Dei R$ 2,00 pra ele e ele disse que nunca tinha sido tão fácil tirar dinheiro de alguém. De repente, o carro tinha sumido. Eu e a Flavia resolvemos ir a pé pra casa dela, porque o bar estava perto da Unioeste (?). Estávamos descalças e tinha muita pedra na rua, então fomos pela calçada, que sempre tinha um cesto ou caixa de madeira como obstá...

O voo

Estávamos (eu, Flavia, Dé e meu pai) nos preparando para viajar de avião. Meu pai seria o piloto. A pista era estreita e no meio do oceano. Um pouco depois da decolagem, começou uma tempestade com muitos raios. Um dos raios atingiu o avião e caímos no mar. Começamos a recolher nossas coisas da água e tentamos ir para a margem. A tempestade ficava mais intensa e, no meio dessa loucura, passa um barquinho com várias "jangadas", cada uma com um cachorro. O velho que estava no barco explicou que esse era o melhor jeito de navegar ali e que o avião não serviria de nada. Sonho bizarro parte II (eu acordei assustada e o sonho continuou) Quando saímos do mar, fui andando pra casa. No meio do caminho, achei muito dinheiro (era mais de um milhão). Fiquei pensando o que eu ia fazer com tanto dinheiro e quando fui contar, as notas se transformaram em recibos de contas pagas. :(

O vizinho

Morávamos (eu, meu pai e a Flavia) numa casa colada com a do vizinho. Dava para ouvir tudo que acontecia na casa deles e até tinha uma parte aberta no fundo ligando as duas casas. O vizinho ficou sem telefone, então deixou o nosso para recados (sim, a gente tinha um telefone fixo). Toda hora alguém ligava, a gente batia na parede e o vizinho vinha atender. Fomos sair de carro, a garagem era super estreita, mal dava para abrir as portas e tínhamos de passar por dentro da casa para chegar à rua (?). Quando voltamos, fui lavar roupa e vi o vizinho sentado numa piscina de plástico, daquelas bem pequenas, no quintal. Ele tava pelado e fumando charuto. Cheguei à lavanderia e a máquina de lavar tinha se transformado num vaso sanitário. Fiquei com muito nojo, mas coloquei meus lençóis lá dentro e fui mexendo com uma tábua, pra simular o movimento da lavagem. Olhei para o lado e, milagrosamente, a máquina estava lá de novo. Peguei os lençóis e coloquei na máquina, bem aliviada.

O pugleta

Toda minha família se reuniu na casa da tia Rosa pra comemorar o Ano Novo. Um monte de gente falando alto, muita comida e bagunça (como sempre foi). A casa era diferente da real, com um quintal enorme e árvores. Quando nos reunimos pra almoçar, percebi um bichinho estranho embaixo da mesa gigantesca. Era um inseto preto, com asas de borboleta, mas tinha cara de pug. Ele começou a brincar igual a um cachorro e, em pouquinho tempo, começou a crescer, mas as asas continuavam pequenas. O "pugleta" tinha umas reações estranhas quando ficava nervoso. Ele ficava branco, com olhos esbugalhados e acontecia uma falha, igual imagem de TV quando tinha interferência. Durante essas falhas, ele mudava para uma cara de criança humana. Queria continuar com aquele bicho estranho, mas tive que ir à cozinha buscar água. Quando entrei na casa, uma das minhas tias estava reclamando de dormir na sala, que todo mundo ficava passando e ela não conseguia dormir. Por não conseguir dormir, não c...