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Mostrando postagens de setembro, 2020

Tesouro

Estava indo com a Flavia numa festa de uns amigos da época da faculdade. No caminho, encontrei muitas moedas de R$ 1,00 e moedas de ouro, que pareciam bem valiosas e raras. A Flavia achou mais de R$ 15.000,00, entre notas e moedas (também de ouro).  Sujei meu tênis numa poça cheia de lama e, chegando ao galpão onde íamos encontrar os amigos, fui ao banheiro lavar meus pés e minhas meias. Tive que colocar a meia molhada e fiquei pensando que deveria ter levado um par extra.  Encontramos os amigos da Flavia e todo mundo criticava uma delas, dizendo que ela era muito masculina por usar uma jaqueta de couro do Batman. Ela disse que queria dar beijos apaixonados no marido dela, como um outro casal que estava junto conosco. O marido dela disse que era normal um relacionamento esfriar, mas os outros não concordaram e estavam juntos há quinze anos. Uma colega de trabalho apareceu na roda e veio me beijar. Eu não senti nada, expliquei que gostava de homens, ela ficou muito chateada e f...

Guardiões da galáxia

 Flashes de um sonho bizarro: Eu tinha de achar novos ajudantes para um gordo e preguiçoso "Senhor das Estrelas", do Guardiões da Galáxia, que agora era dono de um bar (imagine um cara suado, beeem pançudo e de regata branca).  Procurei por todos os lugares e só achei pintinhos e gatinhos... e foram eles mesmo que tive que recrutar.  Depois de colocar o moço em forma e treinar os bichos, voltei a tempo de ver uma apresentação de dança da Déé Pirralha vestida de bailarina, em homenagem ao tio Rogério. O único detalhe é que a luz acabou bem na hora que ela ia subir ao palco.

Zoppe tatuador

 Eu morava num barraco numa favela na área rural de Foz do Iguaçu junto com a Flavia. Era bem pobre e até o piso do barraco era chão batido.  O Zoppe estava aprendendo a tatuar e eu aceitei ser cobaia. Marcamos um horário e eu ia encontrá-lo no estúdio dele, na favela.  Fiquei me enrolando pra sair de casa porque estava participando de uma aula online e saí atrasada. Olhei no relógio e era 18:15. O Zoppe disse que não tinha problema e ia me esperar.  Comecei a caminhar (o estúdio ficava a umas seis quadras do meu barraco) e percebi que tinha esquecido meu dinheiro.Quando estava voltando, encontrei o Chico no meio da rua (ele sempre fugia por um buraco no chão do barraco). Levei ele pra casa e resolvi chamar um Uber pra não atrasar mais. A Flavia estava na calçada e ficou reclamando de uma amiga dela que tinha virado piranha porque agora só saía com novinhos.  Quando finalmente cheguei ao estúdio, o Zoppe falou que era melhor fazer um "gatíneo" em vez da caveira ...

Morte no Pavilhão

Fui participar de uma feira num lugar parecido com a Vila Germânica. Um pavilhão enorme, cheio de mesas e restaurantes, todo decorado com bandeirolas. Em volta do pavilhão, havia muitas lojas de artigos variados (canecas, copos, roupas, artesanato, etc.). Tava um calor danado e eu estava bem preocupada com aquela multidão, porque ainda estávamos no meio da pandemia.   Durante a feira, uma mulher foi encontrada morta no meio do pavilhão. A polícia foi chamada e ninguém podia sair até que a investigação terminasse. Comecei a me pegar com um policial e, quando encostei na calça dele, ele ficou transtornado e começou a gritar que o pinto era pequeno mesmo.   Acordei com a certeza que o policial era o assassino e matou a moça que pegou no pinto dele.