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O roubo

Eu e a Flavia estávamos em alguma cidade do interior do Paraná e precisávamos voltar pra Foz.  A Flavia decidiu roubar um carro na entrada. Estávamos sem malas, mas carregando várias roupas e colchas de cama nas mãos (uma delas era uma colcha azul que minha mãe tem desde os anos 80). Colocamos as coisas no banco traseiro e eu só ficava pensando que seríamos pegas pelas digitais impressas no volante e outras partes do carro. Comecei a fuçar no GPS no celular e encontrei passagens de avião por R$ 56,00 de Cascavel a Foz, e resolvemos parar para decidir o que fazer. Chegamos à casa de um parente na estrada (que eu não sei quem é). A casa era cheia de plantas espalhadas por todo lado e o lavabo ficava no meio da sala, sem porta ou parede. Tentei lavar minha mão e fazer xixi, mas não saía água da torneira (?). Acordei 🤷🏻‍♀️

O túnel

Não lembro direito como cheguei a um túnel, onde eu e uma multidão (reconheci alguns amigos e conhecidos) tínhamos de atravessá-lo para chegar ao outro lado. O túnel tinha uma boa iluminação, mas não era super claro.  Logo na entrada, recebi uma bolinha de plástico e um porquinho de pelúcia. Um senhor, que se apresentou como guia, entregava os amuletos da travessia.  Conforme fui andando, cruzei com alguns amigos e percebi que a bolinha tinha sumido. Segurei o porco com mais força para não perdê-lo.  Cheguei a uma parte do túnel e o guia falou que dali pra frente eu estaria sozinha e o túnel não tinha mais iluminação. Fiquei com medo e apreensiva, parecia que eu já tinha vivido aquilo e não era bom.  No escuro, senti alguém me agarrando e levando o porquinho. Logo depois, saí numa parte clara e o guia me falou pra sentar num trenzinho, que nos levaria até a próxima estação.  Sentei na primeira cadeira e logo um ex-colega de trabalho sentou ao meu lado. Deitei mi...

O tobogã

Eu estava num aeroporto e ia me mudar. Todas as minhas coisas (milagrosamente) cabiam numa mala e eu ficava pensando no excesso de bagagem que eu ia pagar (eu calculava uns mil reais), mas queria comprar vários livros quando parei na banca pra dar uma olhada. Detalhe: a mala já estava cheia de livros. Dentro do aeroporto tinha um parque aquático, onde tínhamos que passar por uma espécie de morro cheio de tobogãs para chegar aos terminais de embarque. No alto do morro dava pra ver o rio lááá embaixo. Tinha um escorregador de madeira, uma escada de pedra e a outra parte de terra. A madeira estava lambuzada com azeite e eu pensei em descer por ali, mas tinha certeza que ia me machucar numa das "lombadas". As três partes estavam cheias e eu agoniada com a aglomeração. Logo depois, eu estava na base do morro, pertinho do rio, e tive de subir pela terra me segurando em galhos e firmando meus pés em algumas pedras (quem me conhece, sabe que tenho medo de escalada). Acordei sem s...

O piano

Eu estava trabalhando num hotel no meio da mata, que parecia o Teatro Amazonas. Tinha um jardim enorme, com um labirinto de plantas. Num intervalo de almoço, eu e outros colegas fomos jogar basquete na quadra. Um dos meninos era chamado de Minhoca, porque era alto, magrelo e careca. Joguei a bola pra ele, mas ela subiu tanto que ficou presa em fios de eletricidade e se transformou num piano (mas continuou preso).  Um colega achou outra bola e continuamos o jogo. Olhei pra cima e o piano se transformou num hipopótamo, ele começou a se debater pra sair dos fios elétricos.  Acordei sem saber se ele caiu.

Boneca

Eu tinha um chá de bebê pra ir. Passei numa loja e peguei uma boneca enorme (tipo a da Angelica dos anos 90), mas não paguei. O atendente não quis me passar o valor e disse que eu poderia acertar depois.  Quando estava saindo do trabalho, uns colegas me chamaram para ir num bar e eu fui... com a boneca. (Eu estava bem preocupada com o valor dela) Quando me dei conta, meus amigos tinham ido embora. Resolvi chamar um Uber para ir pra casa, mas não tinha internet. Fui para o ponto de ônibus na saída do bar, e percebi dois caras estranhos do outro lado da rua. Sei lá por que, mas eu tinha certeza que eles iam roubar a boneca.  Uma moça que estava no ponto de ônibus comigo disse que era mais seguro eu pedir um Uber ou um táxi, mas expliquei que estava sem internet e não tinha dinheiro em espécie.  Ela me deu uma nota de R$ 50 e mais umas notas de R$ 10 e R$ 20 emboladas. Eu tava super preocupada com o quanto ia gastar até em casa, com medo de faltar dinheiro.  Acordei sem...

Graciane

Eu trabalhava numa loja que ficava no meio de um rio e água ficava na altura da minha coxa (eu meço 1,65m). Os itens ficavam espalhados no rio, protegidos por bolhas de plástico. Eu andava pra lá e pra cá o tempo todo buscando as encomendas. Minhas coxas estavam tão duras e torneadas, que meus colegas me apelidaram de Graciane Barbosa. Acordei apalpando minhas coxas... que tavam flácidas mesmo 😂

Vibradores

  Eu trabalhava num lugar onde tínhamos que encontrar vibradores dos mais variados tipos. Os diretores da empresa escondiam os "brinquedos" em tudo que era lugar e nós tínhamos de achar. Conforme você ia cumprindo as tarefas, ganhava crianças para serem suas ajudantes, sendo que elas eram as únicas que poderiam pegar dinheiro perdido no chão. Achei um vibrador rosa pendurado numa árvore e uma nota de R$ 100,00 no chão. Falei para uma das minhas crianças pegar, mas ele não deu atenção. Como os diretores não estavam vendo, peguei a nota e enfiei no bolso de trás do meu shorts. Continuei procurando os vibradores e achei uma trakinas mordida no chão. Peguei a bolacha e comi.

Ppk

Fui ao Paraguai com a Flavia. Eu estava vestindo uma camiseta azul e uma saia com dançarinas de hula hula (eu tenho essa saia de verdade).  Chegando numa loja, percebi que minha saia tinha sumido e fiquei só de calcinha e camiseta. Uma criança veio conversar comigo enquanto eu tentava me esconder no meio das araras de roupas, mas o menino ficava me puxando dizendo que queria brincar.  A mãe dele veio, horrorizada, tirar o menino de perto de mim, porque minha calcinha sumiu e eu tava de ppk de fora no meio da loja. A mulher disse que ia chamar o segurança.  Achei uma bermuda, vesti e queria pagar logo para sair dali, mas a vendedora disse que era proibido vestir as roupas antes de pagar. Acordei.  

O assalto

Fui visitar a Katia porque ela tinha ganhado nenê e íamos para um casamento.  Cheguei à casa dela e logo começamos a nos arrumar para a festa. Fiquei cuidando da nenê o tempo inteiro, que ficou super quietinha no meu colo (me deu até vontade de ser mãe no sonho). Quando estávamos pra sair, uma assaltante entrou na pela porta dos fundos da casa (uma porta de tela) e pediu os itens de valor. A Katia falou pra ela pegar o que quisesse, mas sem machucar ninguém.  A assaltante quis saber onde íamos arrumadas e dissemos que era um casamento. Ela começou a chorar dizendo que nunca tinha se arrumado para uma festa. A Katia ficou com dó, maquiou a moça e ela foi junto para o casamento. 

Eddie Murphy

Eu era policial e trabalhava junto com o Eddie Murphy (dificilmente eu sonho com famosos). A delegacia onde trabalhávamos ficava no alto de uma colina e parecia um castelo medieval. A estrada que dava acesso à delegacia era bem sinuosa, com árvores dos dois lados. Comecei uma investigação e descobri que o Eddie era corrupto. Conversei com nosso chefe, que jurou manter segredo e disse que trocaria meu parceiro. À noite, eu estava trabalhando e o Eddie começou a me perseguir pela delegacia com um machado, no melhor estilo Jack Nicholson em "The Shining". Corri por todo o castelo e me escondi em um dos quartos. Entrei dentro do guarda-roupa, rezando para que ele não me encontrasse. Ele abriu a porta do quarto e começou a farejar. Acordei quando ele abriu a porta do guarda-roupa.

Bolsonaro

Um amigo estava procurando casa para comprar e uma amiga em comum indicou que muitas casas na rua dela estavam à venda. Ela disse que todas as casas que estivessem com o portão aberto poderiam ser visitadas e que os proprietários deixaram o contato e valor na entrada. Quando entramos na última casa, depois de visitar várias, tinha muita coisa bagunçada no quintal: roupa no varal, brinquedo de criança, uma moto, geladeira, etc., mas o preço estava ali. Continuamos o "tour" pelo sobrado e encontramos um pastor alemão, que nos acompanhou. Quando chegamos no quarto, no andar de cima, um gordo apareceu, com uma toalha enrolada na cintura e molhado. Ele disse que não devíamos estar ali. Explicamos que estávamos procurando casa para comprar e que nos disseram que podíamos entrar. O gordo sacou uma arma e ameaçou nos matar. Pedimos desculpas pela confusão e que íamos embora, mas ele falou que só sairíamos com vida se fossemos pró-Bolsonaro. Falou que ia me matar primeiro pra nã...

O controle

Sonhei que tava numa prisão futurística e os guardas tinham uns controles de portão para imobilizar os presos. A ditadora tinha um controle fodão que explodia as pessoas. Ele era azul metálico e tinha dois botões principais. (Vide desenho tosco) Não lembro bem aconteceu uma rebelião, mas consegui pegar vários desses controles e o fodão da ditadora. O lugar era um labirinto e eu queria voltar pra ajudar meus amigos... desci várias escadas e não chegava em lugar nenhum, mas no meio do caminho tive que enfrentar vários monstros alienígenas. Usei os controles para imobilizá-los, mas alguns conseguiam continuar correndo. Um controle tava com a pilha fraca e eu apertava um monte pra fazer funcionar... Só no final do sonho eu lembrei que tava com o controle foda no bolso de trás do meu shorts... e eu podia ter explodido todo mundo.

Casa suja

Fui morar com a Flavia e eram duas casas dentro de uma só. Uma delas tinha todas as paredes brancas, tudo era muito limpo, amplo e organizado. A outra era suja, com paredes grudentas de óleo e escuras, com o chão de madeira velho e esburacado. A Flavia deixou claro que eu ia morar na casa suja, falei que eu preferia ficar na parte limpa, mas aparentemente não era uma escolha. Falei pra ela deixar a porta interna aberta, para eu usar o banheiro da parte limpa, mas ela não gostou.

Bozo

Publicado em 01 de dezembro de 2017 no Facebook: Década de 70.  Eu era amiga do Bozo e ele era gay. Ele morava com a mãe, a vó e tinha uma empregada que vivia na casa.  Não sei quem era o namorado dele, mas eu vivia junto com os dois, andando de fusca pela cidade. Eles se drogavam muito, mas eu ficava sóbria pra cuidar deles.  Um dia, fomos na casa da mãe do Bozo e, quando chegamos lá, eu tava só de calcinha e regata. Milagrosamente, quando saí do carro, eu tava de shorts.  Entrando na sala, a mãe dele estava fazendo uma "chapinha" usando o ferro de passar roupa. Ela pediu minha ajuda, mas eu tinha medo de estragar ainda mais o cabelo da véia.  Sentei num sofá todo velho e esburacado (a casa era muito suja e bagunçada, com coisas empilhadas, estilo "acumulador"). Aí me contaram que estavam fazendo um livro sobre o Bozo e eu já havia sido citada em vários capítulos.  Acordei querendo ler o livro do Bozo pra saber o que ele disse sobre mim.

Prostituta

Publicado no Facebook em 14/11/2018 Eu namorava uma moça negra e estávamos esperando num ponto de ônibus pra ir pra casa, mas estávamos de bicicleta.  Chegou um cara pra nos assaltar com uma faca, mas resolvi reagir e peguei uma faca de cozinha (?). Consegui machucá-lo, mas minha namorada ficou tão nervosa que saiu correndo e me largou sozinha.  Aí parou uma caminhonete e um velho ficou me olhando. Falei algumas vezes que não era prostituta, ele ficou dando risada e mandou um outro velho, vestido de mulher, descer do carro. Saiu rindo, falando que o velho ia aprender a ser puta comigo. 

Dustin Vader

 Publicado no Facebook em 12/11/2018 Eu trabalhava num hotel e era responsável pela recepção.  Começaram a acontecer  assassinatos de hóspedes e funcionários e, por mais que a polícia investigasse, não tínhamos muitas pistas, só sabíamos que o assassino sempre deixava algo pra trás (um espanador, um bandeja, uma bota, etc).  Um dia, tinha uma apresentação do Star Wars no hotel e o Darth Vader chegou de bicicleta. Depois da apresentação, mais um assassinato. Sei lá por que, mas tive um estalo que o assassino era sempre a mesma pessoa, que estava fantasiado: era o Dustin Hoffman, que se vestiu de camareira, de garçom e de técnico da manutenção.   Fui correndo avisar a polícia, aí vi o Darth Vader saindo de bicicleta sem uma bota... e o Dustin Hoffman não tinha aparecido aquele dia. Ele era o Darth Vader.  Acordei sem saber se a polícia conseguiu pegá-lo.

Princesa tirana

Publicado no Facebook em 10/11/2017 Eu estava num palácio colonial, onde um escritor faria um livro sobre uma princesa tirana da época. O acordo com a princesa é que ela seria retratada como um amorzinho.   O palácio tinha muitos quartos, todos muito luxuosos, com camas enormes, mas tudo muito sujo.  O escritor, na verdade, estava "preso" em vários quadros, que eram a sequência de suas reencarnações. Conforme eu olhava um quadro, ele se transformava em outra pessoa parecida com a anterior, mas exatamente com o mesmo olhar severo.  Fiquei com vontade de fazer xixi, mas não encontrava um banheiro. O escritor disse que eu teria de fazer em alguma cama, mas eu tava com nojo da sujeira. Quando não aguentei mais, deitei numa das camas e tentei fazer xixi. Acordei num pulo achando que tinha mijado na cama.

Hiena

 Publicado no Facebook em 09/11/2016: A Flavia estava fazendo um bazar de roupas usadas, principalmente calças jeans. Eram muitos itens, espalhados em várias araras e balcões. Comecei a ouvir um barulho estranho vindo de uma das salas. Abri a porta e tinha uma hiena com seu filhotinho. Não sei por que, mas peguei o nenê e levei pro bazar. Perguntei pra todo mundo se alguém queria adotar aquele "cachorrinho".  Uma amiga da Flavia se apaixonou pelo filhote e disse que era o cachorro mais lindo que ela já tinha visto.

Tatuagem

Publicado em 05/11/2016 no Facebook: Estava num churrasco com a Natalia, Flavia e Debora. Durante a festa, a gente podia fazer uma tatuagem com a Wina e outros tatuadores. A Nati estava bem magrinha, de biquíni, fazendo tatuagem ali na hora, exceto no peito e rosto. O tatuador dela parecia o Primo It e nem dava pra ver o rosto dele (a gente sabia que o Maxsuel não ia gostar daquilo). A Debora fez uma tatuagem de meio braço com a Wina, com um arco-íris, muitas nuvens prateadas (era prata mesmo, brilhante) e unicórnios. No meio da festa, a Flavia e a Nati resolveram usar uma fantasia, que era uma barriga postiça com a cabeça de um nenê bizarro saindo por ela.  Por quê? O_O

Dreads da Daniela

Eu e a Dé morávamos numa mansão, que ela usava como UTI neonatal e cuidava dos nenês prematuros, fazendo fisioterapia (como é o trabalho dela atualmente). Nós podíamos morar na mansão, mas em troca da moradia, tínhamos de fazer toda a reforma da casa: lixar e pintar as paredes, consertar a parte elétrica, etc. Num dia muito nublado, encontrei a Daniela e ela veio toda animada me mostrar os novos dreads, dizendo que era um penteado que sempre sonhou em usar, mas não tinha coragem. O cabelo estava bem curtinho com uns dreads perdidos, mas ela estava tão feliz que não tive coragem de dar minha opinião. Voltei pra casa e comecei a retirar uma camada de pintura verde do rodapé. Acordei.