Escolhas
Fui encontrar uns parceiros comerciais num bar em Foz. O bar ficava numa esquina perto da Pizza Hut, na avenida Jorge Schimmelpfeng. Enorme, mais parecia um labirinto, com muitos ambientes espalhados numa espécie de galpões.
Depois da reunião, um dos clientes me ofereceu carona (eu sentia que ele estava me paquerando). Fomos caminhando pela avenida, que se transformou na Costa e Silva, só que era feita de paralelepípedos e estava cheia de mato. Olhei pra trás e o bar começou a desmoronar.
No meio do caminho, o rapaz me olhou e disse que não poderia mais me dar carona e que chamaria um Uber se eu precisasse (eu não tinha créditos nem sinal no celular). Falei que estava perto de casa e ia caminhando. Tentei lembrar onde era minha casa, mas várias imagens de casas diferentes surgiam na minha mente.
Continuei pela estrada e apareceu uma bifurcação. Eu podia seguir reto ou virar para a direita. Segui reto.
A estrada ficou sem saída e cheguei numa casinha com um pequeno curral do lado. Tentei voltar, mas a estrada foi tomada pelo mato. Fiquei presa no curral com a vaca e não conseguia passar.
O dono da casa apareceu e disse que estava tentando engravidar a mulher dele:
- Quando eu tô fudendo, eu tô fudendo.
Ele me ajudou a passar por cima da vaca e me mostrou a outra filha deles, que devia ter uns cinco anos. A menina era bem bonita, mas estava suja e com os cabelos embaraçados.
Acordei sem saber se consegui chegar em casa.
Depois da reunião, um dos clientes me ofereceu carona (eu sentia que ele estava me paquerando). Fomos caminhando pela avenida, que se transformou na Costa e Silva, só que era feita de paralelepípedos e estava cheia de mato. Olhei pra trás e o bar começou a desmoronar.
No meio do caminho, o rapaz me olhou e disse que não poderia mais me dar carona e que chamaria um Uber se eu precisasse (eu não tinha créditos nem sinal no celular). Falei que estava perto de casa e ia caminhando. Tentei lembrar onde era minha casa, mas várias imagens de casas diferentes surgiam na minha mente.
Continuei pela estrada e apareceu uma bifurcação. Eu podia seguir reto ou virar para a direita. Segui reto.
A estrada ficou sem saída e cheguei numa casinha com um pequeno curral do lado. Tentei voltar, mas a estrada foi tomada pelo mato. Fiquei presa no curral com a vaca e não conseguia passar.
O dono da casa apareceu e disse que estava tentando engravidar a mulher dele:
- Quando eu tô fudendo, eu tô fudendo.
Ele me ajudou a passar por cima da vaca e me mostrou a outra filha deles, que devia ter uns cinco anos. A menina era bem bonita, mas estava suja e com os cabelos embaraçados.
Acordei sem saber se consegui chegar em casa.
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